sábado, 21 de julho de 2018

Frase da Semana

"Triste época!  É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. "

Albert Einstein

Em Exibição: Mamma Mia! Here We Go Again


Dá para acreditar que o Mamma Mia! estreou há 10 anos?! Eu já vi o filme 527 vezes (huumm, talvez mais!) e na quinta feira estreou em Portugal a sequela, que ao mesmo tempo é uma prequela, Mamma Mia! Here We Go Again. Como é óbvio, eu ((Maggy)) e a Cata fomos ver o filme logo no dia de estreia, mas eu não quis escrever este post nesse dia para ter tempo de formar uma opinião objetiva sobre o filme e não estar aqui a dar numa de fã tresloucada.

Não fomos logo à primeira sessão porque não dava jeito a ninguém (levámos os nossos boys, que têm uma paciência enorme para aturar as nossas maluqueiras) e graças aos céus, a Cata teve a excelente ideia de comprar bilhetes (sim, comprámos alguns dias antes) na última fila, e assim pudémos "dançar" à vontade!

Eu confesso que já tinha visto uma boa parte do filme em trailers lançados pelas redes sociais oficiais do Mamma Mia! e por isso havia algumas falas que eu já dizia antes das personagens :P 

Para quem está aqui a cair de paraquedas, vou fazer uma pequena sinopse sem dar spoilers que o trailer oficial não dê: A Donna morreu há cerca de um ano e a Sophie completou as obras de reabilitação do hotel, o filme começa na véspera da sua reabertura. Estão todos em Kalokairi: Rosie, Tanya, Sam, Harry e Bill. Cada um vai revelando pequenas partes da vida da Donna, e há uma visita inesperada no dia da festa,  que a vem animar ainda mais. 

Quanto à minha opinião sobre,  eu adorei o facto de terem recuperado músicas do primeiro filme e gostei muito de conhecer a história da Donna mais aprofundadamente,  embora tenham havido algumas coisas a não corresponder ao primeiro argumento (eu vi o filme novamente pouco tempo antes de ir ver a sequela,  por isso lembro-me bem de alguns detalhes).  Acho que não se pode dizer que esses pormenores estragam o filme, continua a ser um bom filme,  que proporciona um grande momento de diversão.

Deixo-vos o trailer, aproveitem :)


Maggy

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Em Exibição: Os Incríveis 2



Vamos falar do filme do momento: Os Incríveis 2! Para quem esperou tantos anos por ele, é obrigatório ver! 

Estes anos de espera não passaram despercebidos, mas os superheróis foram declarados ilegais e têm andado escondidos. Claro que a nossa família de supers preferida não pode deixar que esta situação se mantenha, não é verdade?

Este filme retrata a missão em que todos participarão para legalizar os superheróis. O enredo está muito giro, embora haja uma coisa que me incomoda- Passaram quinze anos, mas as personagens pouco ou nada cresceram/envelheceram. Eu entendo que não dê jeito nenhum os filhos terem mais de vinte anos, no caso da Violet, por exemplo, mas podiam ter arranjado uma forma de o explicar no filme.

De resto, descobri quem era o mau da fita ao segundo palpite, ou seja, não era muito óbvio, e o facto de termos uma visão da vida mundana dos superheróis tornou o filme ainda mais interessante.

Caso ainda não tenham visto, aqui está o trailer do filme:



Maggy

Música da Semana

Olá, pessoal! Por aqui já estamos de férias, por isso a música que temos para vos mostrar esta semana é animada, para celebrar o fim de mais um ano letivo que exigiu muito de nós!


sábado, 30 de junho de 2018

Frase da Semana


"Recordar é fácil para quem tem memória. Esquecer é difícil para quem tem coração."

Gabriel Garcia Marquez

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Aos Olhos da Princesa #7 Parte 2

Gostaram da primeira parte deste post sobre a minha viagem a Budapeste? Então vamos continuar! Vou mostrar-vos mais seis locais que vale muito a pena visitar.










Em Peste há vários monumentos, mas há um que eu não podia mesmo deixar de destacar: a Praça dos Heróis. Eu andei no Sightseeing, por isso é como se só tivesse passado de carro, mas indo a pé deve ter um efeito ainda maior. É um monumento muito imponente, sem dúvida.



Esta é a Basílica de Santo Estêvão, também em Peste. Esta Basílica infelizmente mal conseguimos visitar porque chegámos depois da hora do encerramento das visitas, por isso apenas estava aberta a parte onde decorrem as missas, e estava a decorrer uma naquele momento, por isso não quisemos andar a passear por ali.

Lá dentro, numa das naves, está uma relíquia muito antiga (bem, dizem eles, cada um acredita no que quer), a mão do próprio Santo Estêvão.



 Próxima paragem: Igreja de Matias!Matias era o rei na altura da construção da igreja. É linda por fora, mas por dentro então, é mesmo de deixar  qualquer um de queixo caído. Ora vejam:




Aconselham-nos a não usar flash e há imensas luzes por todo o lado, por isso a foto não está lá muito boa, mas as paredes estão cobertas de frescos e há imensos vitrais!

Querem saber uma curiosidade? Estava eu muito embrenhada a olhar para todos os lados quando de repente quase esbarro com uma pequena estátua. E de quem? Do nosso Santo António!


Mesmo ali ao lado fica o Bastião dos Pescadores, que foi construído no local do antigo mercado de peixe.Não é lindo?




Bem, mas antes de irmos à Igreja de Matias e ao Batião, parámos no Castelo de Buda, que atualmente já não é bem um castelo, visto que o edifício se manteve, mas alberga três museus, pelo que se queremos visitar o castelo por dentro teremos que visitar os museus.


Para chegar ao Castelo usamos o Funicular, que é basicamente um elétrico, mas que apenas sobe e desce uma colina.

Nós acabámos por não ver os museus, mas o castelo merece destaque neste post só pelo exterior.



O Castelo visto do rio


Esta é a Fonte de Matias, que representa o encontro entre o rei Matias e uma mulher chamada Ilonka Szép, durante uma caçada.

Se tiverem sorte talvez apanhem o render da guarda, é muito engraçado de se ver. Não vou mentir, não foi o melhor que já vi, porque a Hungria é um país um bocadinho austero nalguns aspetos, mas  gostei na mesma.

Onde é que nos falta ir? Ah, sim, a Cidadela, em Buda, no alto de um monte. Daqui destaca-se particularmente o Monumento da Liberdade. 

Este monumento foi erigido para celebrar a libertação da Hungria e nele encontra-se uma figura feminina que segura e eleva um ramo de palmeira e duas figuras (que não aparecem nesta fotografia) que simbolizam a gratidão e a luta contra o mal.


Bem, há muitos outros locais lindos para visitar em Budapeste (eu não fui às termas, por exemplo), mas como não tive uma estadia propriamente longa, não deu para ver mais. Gostei muito de vos poder mostrar os sítios por onde passei e espero que se forem a Budapeste se lembrem de mim! :)


Maggy


terça-feira, 5 de junho de 2018

#4 - Amor Electro

Hoje, em vez de vos trazer a Música da Semana, decidi mostrar-vos o novo álbum dos Amor Electro. Vou tentar mostrar-vos as músicas, mas nem todas estão disponíveis no Youtube. Se tiverem curiosidade podem ouvi-las no Spotify ou então, claro, comprar o disco. 

Gostava imenso de fazer isto mais vezes, tenho que andar mais atenta aos lançamentos de álbuns!

Bem, para começar, esta é a capa do álbum:



Para os menos entendidos, a imagem da capa é uma fotografia da vocalista, Marisa Liz. Os Amor Electro disseram numa entrevista que, apesar deste ser o seu terceiro álbum, decidiram chamar-lhe #4 porque consideram que o terceiro álbum costuma ser de consagração e dizem não estar preparados para tal.

Depois das explicações da parte mais exterior do álbum, passemos ao que mais interessa, as músicas.

1. Procura Por Mim



Este é um dos singles do disco, que são quatro,tendo sido o terceiro a ser lançado. Este tema foi composto por Mauro Ramos (letra) e Tiago Pais Dias (música).

Eu adoro esta música, acho que é, como a maioria das músicas dos Amor Electro, passível de ser interpretada de diversas maneiras. Na minha opinião, aí reside grande parte da beleza do tema. Além disso, gostei muito do facto de uma das frases mais repetidas nesta música ser "A máquina não pára", tornando-se quase um crossover de um dos singles mais conhecidos da banda, A Máquina.

2. Miúda do Café



Este foi o último single do álbum a ser lançado, tendo passado a single até depois do disco ser lançado. A música foi composta por Tiago Pais Dias, e a letra escrita por Mauro Ramos e Marisa Liz.

Eu vejo este tema como uma descrição de um playboy em versão feminina (não encontro a palavra certa). Parece-me uma música que não está tão carregada de sentimento, como outras dos Amor Electro, e fez-me lembrar a música Cinegirassol, dos Azeitonas, por também contar uma história que não é propriamente uma história de amor.

3. Vai Dar Confusão


O tema "Vai Dar Confusão" foi composto por Tiago Pais Dias e escrito por Mauro Ramos e Marisa Liz.

A letra fala de amor, sim, mas de uma história com muitos altos e baixos. Em termos da música, é um pouco diferente do que aquilo que este conjunto costuma fazer, mas mesmo assim agrada-me bastante.

4. Sei



Este foi o segundo single do álbum a ser lançado. Foi composto por Tiago Pais Dias e escrito por Marisa Liz e Miguel Pité. 

Inicialmente não gostava muito desta música, mas depois de a ouvir mais algumas vezes, percebi realmente a mensagem da música, e apesar de não me dizer muito, achei que era uma mensagem com sentido, ou seja, que outras pessoas se identificariam. Digo isto no sentido em que há muitas músicas em que a mensagem está praticamente ausente, o que acontece aqui.

Nesta música temos a participação de Miguel Pité, que traz um estilo diferente, mas que acaba por encaixar muito bem no tema e enriquecer a música e até o próprio álbum.

5. De Candeias às Avessas

Este tema foi composto por Marisa Liz e Tiago Pias Dias e escrito por Jorge Cruz.

Esta música, um pouco como a Vai Dar Confusão, fala de uma história de amor com altos e baixos, embora neste caso pareça mais difícil de se concretizar. Gostei muito do facto de ter sido utilizada uma expressão popular portuguesa, que parece quase impossível de ser alguma vez cantada, mas pelos vistos não é😉

6. Juntos Somos Mais Fortes




Este single foi o primeiro a ser lançado, mas na altura não era este o seu nome e tinha sido criado para ser uma música de Natal. Sem grande surpresa, foi composto por Tiago Pais Dias e escrito por Marisa Liz.

Na minha opinião, é um grande hino à união e à força e à família, seja ela de sangue ou não.

7. Canção de Embalar




Esta música é um original de Zeca Afonso interpretado pelos Amor Electro. É uma música muito bonita e a interpretação faria Zeca Afonso ficar orgulhoso.

8. A Barca

Este foi o tema escolhido pelos Amor Electro para integrar o disco, de entre todas as propostas enviadas pelos fãs. Foi escrito por Hugo Sá e  a música composta por Tiago Pais Dias e Mauro Ramos.

A letra fala de alguém que faz uma reflexão sobre a sua vida difícil, mas no final revela-se uma vontade de mudança, de procura de um tempo melhor.

9. Alternativa


Esta música foi composta por Tiago Pais Dias e a letra é de Mauro Ramos. A música parece-me mais uma vez ser distinta do que estamos habituados, mas tendo em conta as outras músicas que compõem o disco, está muito bem enquadrada

O tema tem como mote a mudança e a ambição (no sentido positivo) e que nos mostra que podemos fazer sempre mais qualquer coisa por nós e pelos outros.

10. Destempo

Destempo é um tema escrito por Mauro Ramos e composto por Tiago Pais Dias. Gosto muito desta música, visto que o ritmo foi muito bem conjugado com a letra, fazendo a música acelerar ou abrandar nos momentos certos.

Além disso, a letra em si é bastante original, no sentido em que não são escritas frases completas, algo que raramente acontece em Amor Electro.

11. O Nosso Amor é Uma Canção

O Nosso Amor é Uma Canção foi escrito por Marisa Liz e Fernando torso e composto por Tiago Pais Dias e Marisa Liz.

É uma canção de amor muito bonita, uma jura de amor eterno à pessoa amada, mas também à música. Acho-a muito bonita e simples, sem grandes exageros.


Uma coisa em que reparei depois de escrever esta análise do álbum é que as cores deste disco são o amarelo e o cor de laranja, cores quentes, enquanto que as do anterior eram cores mais frias (em termos do design), o que, para mim, se explica pelo facto de este álbum ser mais intimista e mais positivo, no sentido em que a maioria das músicas do (R)Evolução eram, como o nome  do disco indica, mais "acesas", de revolta.

Esta é a análise que eu faço do #4, mas gostava muito de ler outras opiniões. Aventurem-se nos comentários!

Maggy

quinta-feira, 31 de maio de 2018

O Andar Invisível, de Robson Machado

Olá, gente linda! Então aqui estou eu para vos falar do livro que li este mês, em parceria com a Chiado Editora!

O livro chama-se O Andar Invisível e é da autoria do escritor brasileiro Robson Machado.

Angélica é uma senhora de classe alta, dona de um grande hotel, o Hotel Politeia. Aquando da construção do hotel, Angélica pediu ao marido, que faleceu antes da inauguração do mesmo, para desenhar o projeto de um andar oculto, sem quaisquer janelas, dentro do hotel, que apenas era acessível a partir do apartamento do casal.

Assim nasceu o Andar Invisível, onde os amigos de Angélica e do marido iam para realizar atos reprováveis sem serem vistos.

Muitos acordos aqui foram selados, aconteceram outros tantos encontros... Mas algo corre mal. A partir daqui terão de ler o livro para descobrir!


Quanto à minha opinião, eu gostei muito de ler este livro, está bem escrito, tem uma história muito cativante e o facto de o autor ser brasileiro poderia ter dificultado a leitura, mas isso não se verificou. Penso que este é o primeiro romance do autor, mas fiquei curiosa para ler mais!

Maggy