segunda-feira, 21 de maio de 2018

Música da Semana

Esta música saio à pouco tempo e têm sido umas das minhas preferidas nos últimos dias, chama-se  Procura por Mim e é dos Amor Electro.

sábado, 19 de maio de 2018

Aos Olhos da Princesa #7 Parte 1

Olá, pessoal! Aqui estou eu para finalmente vos mostrar a minha viagem a Budapeste! Já viram várias fotografias no Instagram do blog, mas faltava o post. Como eu não gosto de vos falhar, aqui está ele! A cidade tem tanta coisa para ver que vou ter que fazer dois posts!

Bem, para começar, Budapeste é a capital da Hungria e está dividida em duas partes, Buda e Peste. Esta divisão é feita pelo rio Danúbio. Eu estava alojada num apartamento em Peste, mas tive oportunidade de visitar os dois lados.

Buda é considerada a parte mais rica da cidade,com as maiores casas, e Peste a parte menos luxuosa, onde se fazem os negócios. A moeda húngara é o Florim (HUF).

Existem três pontes a ligar Buda e Peste: A Ponte Elisabeth, a Ponte das Correntes e a Ponte da Independência.


A fotografia não lhe faz justiça, mas esta é a  Ponte Elisabeth. Foi reconstruída num estilo mais moderno depois de ter sido bombardeada na Segunda Guerra Mundial.
Esta é a Ponte das Correntes, que os alemães deitaram abaixo durante a Segunda Guerra Mundial. É guardada por dois leões de pedra que não têm língua, e estão, por isso, impedidos de revelar segredos.

Só tenho fotografias da Ponte da Liberdade à noite... Foi mandada construir pelo imperador Francisco José,que terminou oficialmente a construção, e originalmente a ponte tinha o seu nome.




No Danúbio há também uma ilha que, traduzindo para Português (não me atrevo a escrevê-lo em húngaro, para não me enganar e não vos dificultar a vida) se chama Ilha Margarida, que é acessível de barco ou através da Ponte Margarida, mas os carros apenas podem circular na zona do hotel, porque a ilha é um parque, quase como um santuário da Natureza.



Esta é a estátua de São Geraldo, um padre que tentou converter a população pagã ao cristianismo. Foi assassinado e o seu corpo atirado ao Rio Danúbio dentro de um barril.



Este edifício é o Parlamento húngaro. É lindo por fora, mas infelizmente por dentro não o pudemos ver, já que só é visitável com visitas guiadas marcadas, e essas esgotam  muito depressa... Ou seja, se quiserem ir a Budapeste, o Parlamento é paragem obrigatória, mas comprem os bilhetes assim que puderem.

Uma pequena curiosidade: Na altura em que o Parlamento estava para ser construído, fez-se um concurso nacional para se escolher o projeto. O edifício atual é do projeto que ganhou o concurso, mas o segundo e o terceiro lugar também foram construídos em Budapeste, embora tenham ficado com outras funções.


Ainda tenho muitas coisas para vos mostrar, mas ficam para o próximo post, quero manter algum suspense, já que faltam alguns monumentos que são absolutamente espantosos (e não, não estou a exagerar!).

Maggy

Frase da Semana


"Quem deseja ver o arco-íris tem de aprender a gostar da chuva."

Paulo Coelho

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Dia da Liberdade

Não é novidade que a 25 de Abril se celebra o Dia da Liberdade, a Revolução dos Cravos,  ou como prefiram chamar-lhe. Estamos livres da ditadura há 44 anos.

Mas será que isso significa que já não temos que nos preocupar com a nossa liberdade? Não, pelo contrário, temos que lutar todos os dias para a manter. E como? Sendo politicamente ativos (quem tenha mais de 18 anos, obviamente), tendo consciência do que se passa ao nosso redor e agindo quando achamos que algo não está certo.



Antes da Revolução, vivíamos em ditadura e o problema dessa mesma ditadura era a falta de instrução de grande parte da população, que não conseguia entender que esse regime lhes trazia muitos problemas em termos de qualidade de vida.

Hoje em dia já é comum estudar-se pelo menos até ao 12º ano de escolaridade, pelo que temos a obrigação de não nos deixar cair num regime autoritário outra vez, como alguns que estão a querer despontar na Europa. 

Que este dia seja uma forma de nos lembrar-mos do quão difícil foi conquistar a  nossa liberdade e o quão valiosa ela é.


Maggy

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Ser Blogger

Este parece, à partida, ser mais um daqueles posts em que se fala super bem da blogosfera e daquilo que se ganhou e aprendeu, mas neste caso não é.

Não vou ser hipócrita e dizer que ser blogger é horrível, não, mas devo admitir que desde que este blog começou, há perto de três anos, a minha intenção não era exatamente ter um blog a tempo inteiro, com rubricas fixas, mas sim ir escrevendo aquilo que me apetecesse, contudo a competitividade que se instala neste meio fez com que se fossem aqui criando algumas obrigações para com os leitores, para trazer sempre mais conteúdo, o que eu às vezes receio que tenho desvirtuado este nosso cantinho.

Dou por mim a escrever cada vez menos textos de escrita livre, em que apenas precisava de uns minutos ao computador e o meu querido silêncio ou uma música de fundo e tinha um post escrito. Isso acontece porque muitas vezes esse tipo de posts não recebe tanto interesse por parte do público como outros que por vezes até dão menos trabalho (por não nos virem do coração e querermos que expressem exatamente o que sentimos, por exemplo).



Não tem que ser o interesse do público a mover-nos e sim a nossa paixão, é o que todos dizemos, mas é mais fácil dizer do que fazer, já que é muito bom para todos nós quando recebemos comentários positivos dos nossos leitores. Claro que num blog com dois mil seguidores fiéis é muito simples ter comentários positivos em todos os posts que se quiser publicar, porque o universo a que essas publicações chegam é muito maior, mas num blog relativamente pequeno como este, isso é complicado e leva-nos a alterar o nosso conteúdo.

Este post é, para além de um desabafo de uma blçogger descontente com o seu trabalho, um pedido de desculpas aos leitores mais fiéis que viram o blog sofrer tantas alterações. Ninguém me pediu que o escrevesse, mas eu sou uma pessoa bastante reflexiva e cheguei à conclusão que talvez fosse boa ideia fazê-lo, para manter a minha consciência limpa e tentar iniciar uma nova fase aqui no blog.

Maggy

Música da Semana

Comecei ontem a ouvir uma rádio que desconhecia, de Cascais, que na região de Lisboa ocupa a frequência 105.4 e passa muita música rock (o meu estilo de música, portanto) e que me recordou uma música portuguesa que há muito não ouvia e achei que devia partilhar convosco nesta rubrica.


Maggy

quarta-feira, 18 de abril de 2018

O mistério do 5, Náthalie Sikorski

Desta vez sou eu (Cata) que vos trago uma crítica de um livro, chama-se O mistério do 5 e é da autora Náthalie Sikorski.


Trago-vos a sinopse oficial para vos deixar com um cheirinho a mistério e porque foi em parte a razão pela qual escolhi este livro.

"Duas mortes já haviam acontecido. Duas mulheres de diferentes idades e características, porém, mortas da mesma maneira: com um punhal dourado cravado no peito. Os corpos, como se estivessem esperando pela refeição, estavam perfeitamente posicionados sob uma das cadeiras na mesa de jantar.
O responsável por esses crimes? Os detetives ainda não tinham nenhuma pista, com exceção de uma garota que desafiou todos por sua coragem e teimosia."

Para ser sincera, no ínicio, o livro não me cativou muito e foi com alguma relutância que prossegui a leitura mas há medida que a história ia avançado e a enredo ia ficando mais detalhado comecei a gostar um pouco mais. 
Posso-vos dizer que é um bom livro de detetives se é realmente isso que vos agrada. 

Boas leituras, 
Cata

terça-feira, 17 de abril de 2018

Palavra da Semana



A palavra desta semana é "luz", aquilo que às vezes nos falta quando não sabemos o que fazer, estamos perdidos.

Significado:

O queiluminando os objectos os torna visíveis;O que ilumina o espírito.

Origem Etimológica:

Palavra de  raiz indo-europeia "leuk- ", que significa 'ser luminoso, iluminar'