quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

A Minha Pulseira Pandora

Olá a todos!! Estou aqui para vos mostrar, como prometi neste post, há algum tempo, eu sei, a minha pulseira Pandora.

Devo desde já avisar que este post não é de modo algum patrocinado pela marca.

Este é o aspeto atual dela. A pulseira em si é de cabedal tingido de azul e dá duas voltas ao meu pulso.

Neste momento tenho cinco contas, mas devo dizer que a minha "lista de compras" é bastante grande 😝


Esta é a conta que tenho há mais tempo e foram os meus pais que ma ofereceram. Disseram-me que não sabiam bem o que comprar e como eu sempre quis ter um cão, mas não podemos ter um em casa, decidiram oferecer-me esta conta.


Este avião fui eu que comprei depois de ir a França, na viagem que vos relatei neste post.







Esta conta tem dois lados, sendo que num deles tem uma inscrição que diz "free" /(livre, em português) e do outro lado, que na fotografia infelizmente mal se vê (não é culpa minha, porque antes de a colocar no post dava para ler) diz "Sometime you've gotta fall before you fly" (Às vezes tens que cair antes de voar). É para mim uma mensgaem de força e de esperança: Quando tudo paraece estar a correr bem temos que acreditar que dias melhores virão.



Esta fui eu que comprei e tem uma lua e três estrelas, que para mim representam a minha tia, o meu avô e a minha avó, as minhas estrelinhas no céu ✩✩✩


A última que tenho para vos mostrar foi um presente dos meus tios, e esta não é bem uma conta, mas sim um clip, que se abre ao meio para entrar na pulseira, que diz "Family Forever" (Família para sempre).

Estou a pensar em publicar a minha wishlist de contas da Pandora e aceito sugestões, já que estou sempre a descobrir contas novas!

Maggy


segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Música da Semana

Boa tarde, meus lindos e minhas lindas! É, estou ((Maggy)) bem disposta hoje! Então, a música desta semana é daquelas bem velhinhas mas que me faz cantar que nem uma doida e espero que tenha o mesmo efeito em vocês!


quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

5 Sabores da Minha Infância

Não é como se eu tivesse deixado a infância há muito tempo, mas admito que tenho saudades de muitas coisas, e por isso venho recordar e mostrar-vos cinco sabores que marcaram a minha infância.

1. Palitos de La Reine


Nas férias, quando ia para casa dos meus avós maternos de manhã, acabava por tomar lá o segundo pequeno-almoço, e essa era uma das coisas que nunca faltava à mesa.

2. Sugus

Quando ia visitar um dos meus tios-avôs, era hábito ele ir ao café mais próximo e comprar um saco com doces para mim e outro para o meu irmão, e na maioria das vezes, estes estavam carregados de Sugus, que nós rapidamente devorávamos.

3. After Eight


Estes chocolates além de obviamente me lembrarem o Natal, lembram-me também a minha avó, visto que os comprávamos várias vezes de propósito para ela, mas como é óbvio, eu dava um avanço à caixa cada vez que ia a casa dos meus avós maternos.

4. Pinhão


Muitas pessoas associam os pinhões ao Natal, e eu também o faço, visto que a minha tia-avó fazia questão de os comprar todos os anos, mas não só.

Em casa dos meus avós paternos eu comia imensos pinhões porque a casa tinha vários pinheiros (não o suficiente para ser um pinhal) ali perto e  eu costumava saircom os meus avós para ir apanhar pinhões e partia-os e comia em casa.

5. Pastilhas de Melão


Quem não se lembra destas pastilhas? bem sei que ainda existem, mas cada vez se vêm menos.

O meu avô (do lado da mãe), quando ia ao supermercado trazia um saco delas para mim e para o meu irmão e escusado será dizer que desapareciam num instante!



Dei-me conta que todas estas memórias se ligam aos meus avós... Bem, é normal, afinal quando os meus pais estavam a trabalhar eram eles que me iam buscar à escola e passava parte das férias em casa deles. Bons tempos!


Maggy

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Palavra da Semana


A palavra desta semana é sucesso. Todos os seres humanos têm a necessidade de se sentir bem sucedidos, de terem uma carreira profissional que dê fruto e de uma vida pessoal que os faça sentir realizados, seja porque razão for. Por essa mesma razão nós estudantes também temos essa necessidade, principalmente quando estamos a enfrentar o ano anterior à entrada na faculdade. Por isso achei que a melhor palavra seria esta mesma.

Significado:
O que tem bom resultadoboas vendas ou muita popularidade; Êxito.

Origem etimológica:
O substantivo sucesso tem origem, por via culta, no «lat. successusus, "entrada, abertura; aproximação, chegada, vinda; bom resultado, bom êxito, bom sucesso" (Dicionário Houaiss). Relaciona-se também por via do latim com suceder, que é um verbo também proveniente do latim «lat. succedo, is, essi, essum, ere, "ir debaixo; entrar debaixo; entrar em um porto; submeter; aproximar-se; subir; colocar-se diante de; vir depois, vir em seguida, tomar o lugar de; alternar, revezar; suceder a; herdar; acontecer, sair-se (bem ou mal); ter um resultado", comp[osto] de sub- e cedĕre, 'ir, vir; ceder o lugar a'» (idem).






H&M, Racismo e Feminismo

Hoje vim comentar uma polémica. Já devem ter ouvido falar da confusão que se gerou à volta de uma fotografia para uma campanha da marca de roupa H&M.
Se ainda não viram a fotografia, é esta:
Não se vê grande coisa, mas a camisola diz "Coolest Monkey in the Jungle", em português, " o macaco mais fixe da selva", e há imensa gente que está a considerar isto racismo por o modelo ser um menino de raça negra.

A minha opinião: Não acho nada racista, até porque nos países de língua inglesa "monkey" é uma forma carinhosa de tratar as crianças.

Do meu ponto de vista, o racismo hoje em dia está a começar a ficar como o feminismo, preocupam-se com o que não devem.

Não é que há uns dias vi uma notícia que dizia que o governo local de Dortmund, na Alemanha, aprovou que fossem colocados desenhos de mulheres nos semáforos para peões?! Mas que interesse tem isso?! As mulheres sentem-se mais representadas? E se vos disser que há mulheres que não usam saia, como as representam? Podem ler a notícia aqui.


Em vez de se combater as barbaridades que ocorrem em certas empresas e às vezes até no Estado, em que os salários das mulheres são mais baixos ou que mulheres não podem ter filhos nos primeiros dois anos de contrato ou são despedidas, vamos tratar de gastar dinheiro a mudar as imagens dos semáforos!

Neste caso passa-se o mesmo: Em vez de nos preocuparmos com crimes de ódio vamos indignar-nos todos com uma campanha publicitária em que a marca apenas tem a perder com este tipo de comentários, por isso é de esperar que a associação não tenha sido deliberada.

Pondo as coisas noutros termos: Se a H&M só utilizasse modelos caucasianos, a questão que se punha era a da representatividade, mas com essa questão resolvida há que arranjar mais qualquer coisa com que implicar.

Por amor de Deus, arranjem qualquer coisa para fazer e deixem de criticar tudo e todos!

Maggy

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Música da Semana

A música desta semana é uma das minhas preferidas. <3 artista="" chama-se="" do="" e="" schou.="" span="" supernova="" tim="">
 


sábado, 30 de dezembro de 2017

Sal e Pimenta: Esses de Limão



Ingredientes:
300 g de farinha
250 g de açúcar
3 ovos + 1 gema
Raspa da casca de 1 limão
Manteiga para untar

Modo de Preparação:

Numa tigela, bata bem os ovos, a gema e o açúcar. Adicione depois a farinha e a raspa de limão e bata mais um pouco. Coloque num saco de pasteleiro com boquilha redonda lisa média.

Unte um tabuleiro de forno com manteiga. Disponha-lhe porções de massa, bem separadas umas das outras e fazendo o efeito de ""esse"". Deixe repousar durante cerca de 30 minutos.

Leve depois ao forno pré-aquecido a 200ºC entre 10 e 15 minutos ou até ficarem cozidos. Retire do forno, deixe arrefecer e sirva.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Solidariedade

Visto que hoje é terça feira, esta podia ser a Palavra da Semana, mas não é disso que se trata.

Estive muito recentemente em Oliveira do Hospital, que, se bem se recordam, foi um dos concelhos afetados pelos incêndios de outubro, e quero contar-vos o que vi e o que me contaram.

Quando lá chegámos (eu e a minha Comunidade, fui com os Escuteiros) fomos recebidos pelo Presidente da Junta, que nos mostrou o armazém em que guardam as doações para as famílias necessitadas e falou-nos de algumas situações de pessoas que sofreram bastante com esta catástrofe tão inesperada, fora de tempo, e devastadora.

Uma das coisas que nos disse e que me marcou foi que durante os primeiros dias tinha havido ajuda a chegar de todos os lados, mas à medida que os repórteres das televisões e rádios foram desaparecendo, também essa ajuda começou a ser mais escassa.

Conheci pessoas fantásticas, que viram tudo destruir-se à sua volta, mas quando chegavam  visitantes (nós) ofereciam tudo o que tinham.

Contaram-me que nos dias do incêndio houve uma aldeia que esteve cercada pelas chamas e cuja pessoa mais nova que lá habitava tinha sessenta anos. Como é que estas pessoas conseguiram sobreviver? E como será que estão agora?

O que me choca é que depois de deixar de ser notícia as pessoas já não quiseram saber. Muitos dizem que o povo português é solidário, mas o problema é que tem memória curta. Estou a falar das vítimas dos incêndios, mas podia estar a falar dos sem abrigo. Quantas vezes ouvimos dizer que nos devemos lembrar deles no Natal?

A questão é: Será que eles apenas existem no Natal? Não me parece que seja difícil responder a esta pergunta. É verdade que existem muitas associações que prestam assistência durante todo o ano, mas o cidadão comum apenas parece recordar-se dos mais desfavorecidos em épocas festivas.

Não quero de modo nenhum dizer com isto que sou um exemplo ou colocar-me num pedestal apenas por ter ido ajudar, porque sei que não é de todo fácil para toda a gente deslocar-se até onde a ajuda é precisa, mas gostava de salientar que muitas vezes há pessoas mesmo ao nosso lado que precisam de ajuda e devemos abrir os olhos e ver convenientemente o que se passa ao nosso redor, e que isto não aconteça só de vez em quando, mas sempre. 

Maggy