sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Mentir ou não mentir?

Hoje tive teste de português e em como todos os testes de português tivemos que fazer uma composição. O tema deste teste era a mentira, foi-nos dada uma frase do Padre António Vieira que falava sobre a honra e a mentira. Nesta frase António Vieira afirmava que quem tinha honra não mentia.
Mentir se algo moralmente errado ou não? Eu acho que as pessoas não deviam ser condenadas por mentirem se os seus motivos se basearem em razões pessoais como o não estarem à vontade com o seu passado e por isso mentem para esconderem isso. Vejamos o seguinte exemplo Uma pessoa que tenha sido vitima de agressão ou de abusos e que tenha mentido para esconder esta parte negra do seu passado. Mas com isto eu não estou a desculpar o ato de mentir, eu continuo a achar que não se deve mentir e que isso nem sequer devia ser uma opção, mas motivos como este talvez sejam menos condenáveis.



Um outro ponto de vista que podemos ter em conta é mentir patologicamente. O que é que eu quer dizer com isto? Bom imaginem uma pessoa que mente sobre tudo. Mente sobre a casa, sobre o trabalho, sobre o passado, sobre a família. Se ela mente sobre como é que podemos confiar nela? Isso é a primeira questão, a segunda questão é a possibilidade de o autor das mentiras às tantas se perder na teia de mentiras de tão densa que está. Podem até mesmo pensar no caso do Pinóquio, ele no fim acabou por apanhado no meio de todas as mentiras que contou às pessoas que rodeavam.
Bom como vêm mentir não trás nenhum beneficio e nada o justifica por mais nobres que os motivos sejam.

A mentira tem perna curta, amigos, por mais que queiramos esconder as coisas elas acabam sempre por vir ao de cima e acreditem que não é bonito quando isso acontece.

Cata