terça-feira, 4 de outubro de 2016

Dia Mundial do Animal

Para celebrar o Dia Mundial do Animal decidimos fazer um post em conjunto a falar dos nossos animais de companhia.

Eu (Maggy) tenho uma coelhinha que deveria ser anã mas não pára de crescer. Dá pelo nome de Nina e chegou a nossa casa depois de termos albergado um coelho selvagem, o nosso querido Kiko, que acabou por falecer após algum tempo connosco. O meu tio viu que nos tínhamos afeiçoado ao Kiko e decidiu oferecer-nos a Nina e o seu irmão, baptizado de Chiquito, ficou com a minha avó.

A Nina infelizmente pouco sai da sua gaiola, por isso a companhia não é muita, a não ser nas férias, em que a solto num parque pequeno perto de casa.  Pode parecer estranho, mas ela até gosta e ao menos não fica tanto tempo presa.

De qualquer forma, tenho a dizer que a Nina é uma responsabilidade minha, sim, porque tenho que limpara a gaiola dela, dar-lhe de comer e beber, mas também é muito bom ficar a fazer-lhe festas e vê-la com as orelhinhas para baixo (sinal de que gosta das festas)  no fim de um dia stressante.


Quanto a mim (Cata) tenho dois piriquitos, o Tico e o Teco, eu sei os nomes não são muito originais mas são obra da minha irmã e por acaso até lhes ficam bem. São criaturas fascinantes se os observarmos por algum tempo, têm uma série de hábitos, como coçarem as asas, dar "beijinhos" e até os barulhos que fazem, apesar de irritantes, fazem com que queiramos descobrir o que é que estão a dizer e o que é que precisam. Posso dizer que apesar de ter sido a minha irmã que os quis e supostamente ser a dona, sou eu quem lhes dá de comer e às vezes limpa a gaiola.

Posso afirmar que apesar de serem animais barulhentos são fofos e fazem companhia pois apesar de não percebermos nada do que dizem ou dos sons que emitem sempre preenchem a casa com o seu barulho. Para quem não se quer sentir sozinho são uma boa opção.