Há um mês e meio começou a minha aventura na Universidade, e chegou a hora de fazer um pequeno balanço.
Para começar, eu decidi experimentar a praxe, e adorei! A primeira semana foi totalmente de integração, não houve aulas.
Foi uma excelente semana! Falando pela minha experiência e pela dos meus colegas, esqueçam o que de mau vos dizem da praxe, faz-nos criar ligações com as pessoas que não conhecíamos e com quem noutra situação talvez não falássemos.
Não vou mentir, fiz imensas flexões e agachamentos, mas isso ajudou a interiorizar os valores de respeito e união da praxe.
Mas a praxe deu-me ainda mais que isso: Deu-me uma madrinha maravilhosa, que se preocupa imenso comigo e me tem dado dicas preciosas!
Esta fotografia foi tirada no dia do apadrinhamento. Porque é que ela está com uma cerveja na mão? Porque segundos antes ma despejou pescoço abaixo! 😂 É tradição, e como estava calor secou rápido, não tenho qualquer razão de queixa.
Tenho uma família académica que é cinco estrelas, sou super acarinhada por todos!
Agora falando da parte mais "séria" : as aulas. A diferença do secundário para a faculdade é enorme, em termos da duração das aulas (eu tenho aulas de três horas) e da forma como são dadas (ninguém espera que acabemos de escrever ou repete o que disse tal e qual como disse, por exemplo) e não dá para estudar apenas perto dos testes, porque se acumula imensa matéria.
A parte boa é que tenho cadeiras de que gosto e sei que a maioria da matéria que estou a aprender agora me vai ser realmente útil!
Resumindo, estou a adorar a Universidade, estou super contente com a minha escolha e espero assim continuar até ao fim!
Maggy
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terça-feira, 30 de outubro de 2018
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
2005 vs 2017
Quando dizemos que somos amigas há muito tempo, é mesmo isso, há muito tempo. Conhecemo-nos há quase tantos anos quantos os que temos de vida (nascemos em 2000 e conhecemo-nos em 2001).
Eu ((Maggy)) adoro ver fotografias antigas e ando sempre à procura de tesourinhos escondidos em CDs antigos, e há pouco tempo descobri umas fotos minhas e da Cata no ano de 2005 e, depois de falar com ela, achei que seria giro mostrar-vos essas fotografias e comparar com o presente.
Ora, eu não encontrei fotografias deste ano, pelo que as do ano passado vão ter de servir... Fiquem com um antes e depois:
Decidi censurar a cara das nossas mães, mas as nossas carinhas larocas aqui estão. Eu estou à frente a sorrir e Cata vai atrás de mim com cara de quem acabou de acordar :P
Esta fotografia foi tirada depois de uma peça de teatro em que participámos, no infantário.
Esta é do mesmo ano e desta vez num Mc Donalds. Eu, como qualquer criança, pareço estar mais interessada no brinquedo do Happy Meal do que na comida e a Cata devia estar a tentar falar com alguém. Não parece, mas eu juro que éramos fofinhas!
Esta fotografia é do ano passado, quando ainda nenhuma de nós usava aparelho. Crescemos um bocadinho, não?
Eu ((Maggy)) adoro ver fotografias antigas e ando sempre à procura de tesourinhos escondidos em CDs antigos, e há pouco tempo descobri umas fotos minhas e da Cata no ano de 2005 e, depois de falar com ela, achei que seria giro mostrar-vos essas fotografias e comparar com o presente.
Ora, eu não encontrei fotografias deste ano, pelo que as do ano passado vão ter de servir... Fiquem com um antes e depois:
Decidi censurar a cara das nossas mães, mas as nossas carinhas larocas aqui estão. Eu estou à frente a sorrir e Cata vai atrás de mim com cara de quem acabou de acordar :P
Esta fotografia foi tirada depois de uma peça de teatro em que participámos, no infantário.
Esta é do mesmo ano e desta vez num Mc Donalds. Eu, como qualquer criança, pareço estar mais interessada no brinquedo do Happy Meal do que na comida e a Cata devia estar a tentar falar com alguém. Não parece, mas eu juro que éramos fofinhas!
Esta fotografia é do ano passado, quando ainda nenhuma de nós usava aparelho. Crescemos um bocadinho, não?
Ignorem o filtro XD Aqui já eu usava aparelho, mas mesmo depois disso a minha cara já mudou um pouco pois fui operada ao maxilar. Esta é das fotos mais recentes que temos, por isso o upgrade por agora não passa daqui ;)
Já são muitos anos a aturar-nos uma à outra, mas continuamos firmes! Esta amizade é para durar até ao fim da vida, haja o que houver!
Até Marte e Voltar! <3 font="">3>
terça-feira, 11 de setembro de 2018
Entrei na Universidade! E agora?
Fui ontem inscrever-me na faculdade e depois de fazer uma pequena reflexão, aqui estou eu a falar-vos um pouco sobre esta nova etapa da minha vida.
Bem, para começar, fui colocada na minha primeira opção: Serviço Social no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP).
Já tinha visitado as instalações no Dia Aberto, por isso aquilo que mais me impressionou quando me fui inscrever foi o espírito que se vive lá dentro. Toda a gente foi extremamente simpática comigo, explicaram-me tudo o que precisava de saber e estavam todos super entusiasmados por receber alunos novos!
Eu tenciono participar nas praxes, vou tentar falar-vos sobre isso assim que elas terminarem, e estou mesmo feliz! Toda a gente com quem falo me diz que vale a pena experimentar e mesmo que não goste, devo ir e ver como é. Também gostava, quando chegasse a altura, de trajar. Acho que faz parte do espírito académico e quero viver essa experi~encia, mas compreendo perfeitamente quem não tenha esse desejo.
Tenho plena noção de que o objetivo da faculdade é terminar o curso e seguir em frente, o que significa que me devo focar nos estudos e pretendo fazê-lo, até porque gostei bastante das cadeiras que vou frequentar, acho mesmo que escolhi o curso certo.
Mesmo assim, espero encontrar pessoas que tenham valores e gostos parecidos com os meus e que se tornem minhas amigas não só nesta fase, mas para o resto da vida.
Já ficaram a conhecer algumas das minhas expetativas para estes quatro anos (sim, o meu curso tem a duração de quatro anos e não três) e em breve tentarei mostrar-vos mais um pouco desta minha aventura.
Maggy
Bem, para começar, fui colocada na minha primeira opção: Serviço Social no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP).
Já tinha visitado as instalações no Dia Aberto, por isso aquilo que mais me impressionou quando me fui inscrever foi o espírito que se vive lá dentro. Toda a gente foi extremamente simpática comigo, explicaram-me tudo o que precisava de saber e estavam todos super entusiasmados por receber alunos novos!
Eu tenciono participar nas praxes, vou tentar falar-vos sobre isso assim que elas terminarem, e estou mesmo feliz! Toda a gente com quem falo me diz que vale a pena experimentar e mesmo que não goste, devo ir e ver como é. Também gostava, quando chegasse a altura, de trajar. Acho que faz parte do espírito académico e quero viver essa experi~encia, mas compreendo perfeitamente quem não tenha esse desejo.
Tenho plena noção de que o objetivo da faculdade é terminar o curso e seguir em frente, o que significa que me devo focar nos estudos e pretendo fazê-lo, até porque gostei bastante das cadeiras que vou frequentar, acho mesmo que escolhi o curso certo.
Mesmo assim, espero encontrar pessoas que tenham valores e gostos parecidos com os meus e que se tornem minhas amigas não só nesta fase, mas para o resto da vida.
Já ficaram a conhecer algumas das minhas expetativas para estes quatro anos (sim, o meu curso tem a duração de quatro anos e não três) e em breve tentarei mostrar-vos mais um pouco desta minha aventura.
Maggy
segunda-feira, 23 de abril de 2018
Ser Blogger
Este parece, à partida, ser mais um daqueles posts em que se fala super bem da blogosfera e daquilo que se ganhou e aprendeu, mas neste caso não é.
Não vou ser hipócrita e dizer que ser blogger é horrível, não, mas devo admitir que desde que este blog começou, há perto de três anos, a minha intenção não era exatamente ter um blog a tempo inteiro, com rubricas fixas, mas sim ir escrevendo aquilo que me apetecesse, contudo a competitividade que se instala neste meio fez com que se fossem aqui criando algumas obrigações para com os leitores, para trazer sempre mais conteúdo, o que eu às vezes receio que tenho desvirtuado este nosso cantinho.
Dou por mim a escrever cada vez menos textos de escrita livre, em que apenas precisava de uns minutos ao computador e o meu querido silêncio ou uma música de fundo e tinha um post escrito. Isso acontece porque muitas vezes esse tipo de posts não recebe tanto interesse por parte do público como outros que por vezes até dão menos trabalho (por não nos virem do coração e querermos que expressem exatamente o que sentimos, por exemplo).
Não tem que ser o interesse do público a mover-nos e sim a nossa paixão, é o que todos dizemos, mas é mais fácil dizer do que fazer, já que é muito bom para todos nós quando recebemos comentários positivos dos nossos leitores. Claro que num blog com dois mil seguidores fiéis é muito simples ter comentários positivos em todos os posts que se quiser publicar, porque o universo a que essas publicações chegam é muito maior, mas num blog relativamente pequeno como este, isso é complicado e leva-nos a alterar o nosso conteúdo.
Este post é, para além de um desabafo de uma blçogger descontente com o seu trabalho, um pedido de desculpas aos leitores mais fiéis que viram o blog sofrer tantas alterações. Ninguém me pediu que o escrevesse, mas eu sou uma pessoa bastante reflexiva e cheguei à conclusão que talvez fosse boa ideia fazê-lo, para manter a minha consciência limpa e tentar iniciar uma nova fase aqui no blog.
Maggy
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
A Minha Pulseira Pandora
Olá a todos!! Estou aqui para vos mostrar, como prometi neste post, há algum tempo, eu sei, a minha pulseira Pandora.
Devo desde já avisar que este post não é de modo algum patrocinado pela marca.
Este é o aspeto atual dela. A pulseira em si é de cabedal tingido de azul e dá duas voltas ao meu pulso.
Neste momento tenho cinco contas, mas devo dizer que a minha "lista de compras" é bastante grande 😝
Esta é a conta que tenho há mais tempo e foram os meus pais que ma ofereceram. Disseram-me que não sabiam bem o que comprar e como eu sempre quis ter um cão, mas não podemos ter um em casa, decidiram oferecer-me esta conta.
Este avião fui eu que comprei depois de ir a França, na viagem que vos relatei neste post.
Devo desde já avisar que este post não é de modo algum patrocinado pela marca.
Este é o aspeto atual dela. A pulseira em si é de cabedal tingido de azul e dá duas voltas ao meu pulso.
Neste momento tenho cinco contas, mas devo dizer que a minha "lista de compras" é bastante grande 😝
Este avião fui eu que comprei depois de ir a França, na viagem que vos relatei neste post.
Esta conta tem dois lados, sendo que num deles tem uma inscrição que diz "free" /(livre, em português) e do outro lado, que na fotografia infelizmente mal se vê (não é culpa minha, porque antes de a colocar no post dava para ler) diz "Sometime you've gotta fall before you fly" (Às vezes tens que cair antes de voar). É para mim uma mensgaem de força e de esperança: Quando tudo paraece estar a correr bem temos que acreditar que dias melhores virão.
Esta fui eu que comprei e tem uma lua e três estrelas, que para mim representam a minha tia, o meu avô e a minha avó, as minhas estrelinhas no céu ✩✩✩
A última que tenho para vos mostrar foi um presente dos meus tios, e esta não é bem uma conta, mas sim um clip, que se abre ao meio para entrar na pulseira, que diz "Family Forever" (Família para sempre).
Estou a pensar em publicar a minha wishlist de contas da Pandora e aceito sugestões, já que estou sempre a descobrir contas novas!
Maggy
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
5 Sabores da Minha Infância
Não é como se eu tivesse deixado a infância há muito tempo, mas admito que tenho saudades de muitas coisas, e por isso venho recordar e mostrar-vos cinco sabores que marcaram a minha infância.
1. Palitos de La Reine
Nas férias, quando ia para casa dos meus avós maternos de manhã, acabava por tomar lá o segundo pequeno-almoço, e essa era uma das coisas que nunca faltava à mesa.
2. Sugus
Quando ia visitar um dos meus tios-avôs, era hábito ele ir ao café mais próximo e comprar um saco com doces para mim e outro para o meu irmão, e na maioria das vezes, estes estavam carregados de Sugus, que nós rapidamente devorávamos.
3. After Eight
Estes chocolates além de obviamente me lembrarem o Natal, lembram-me também a minha avó, visto que os comprávamos várias vezes de propósito para ela, mas como é óbvio, eu dava um avanço à caixa cada vez que ia a casa dos meus avós maternos.
4. Pinhão
Muitas pessoas associam os pinhões ao Natal, e eu também o faço, visto que a minha tia-avó fazia questão de os comprar todos os anos, mas não só.
Em casa dos meus avós paternos eu comia imensos pinhões porque a casa tinha vários pinheiros (não o suficiente para ser um pinhal) ali perto e eu costumava saircom os meus avós para ir apanhar pinhões e partia-os e comia em casa.
5. Pastilhas de Melão
Quem não se lembra destas pastilhas? bem sei que ainda existem, mas cada vez se vêm menos.
O meu avô (do lado da mãe), quando ia ao supermercado trazia um saco delas para mim e para o meu irmão e escusado será dizer que desapareciam num instante!
Dei-me conta que todas estas memórias se ligam aos meus avós... Bem, é normal, afinal quando os meus pais estavam a trabalhar eram eles que me iam buscar à escola e passava parte das férias em casa deles. Bons tempos!
Maggy
1. Palitos de La Reine
Nas férias, quando ia para casa dos meus avós maternos de manhã, acabava por tomar lá o segundo pequeno-almoço, e essa era uma das coisas que nunca faltava à mesa.
2. Sugus
Quando ia visitar um dos meus tios-avôs, era hábito ele ir ao café mais próximo e comprar um saco com doces para mim e outro para o meu irmão, e na maioria das vezes, estes estavam carregados de Sugus, que nós rapidamente devorávamos.
3. After Eight
Estes chocolates além de obviamente me lembrarem o Natal, lembram-me também a minha avó, visto que os comprávamos várias vezes de propósito para ela, mas como é óbvio, eu dava um avanço à caixa cada vez que ia a casa dos meus avós maternos.
4. Pinhão
Muitas pessoas associam os pinhões ao Natal, e eu também o faço, visto que a minha tia-avó fazia questão de os comprar todos os anos, mas não só.
Em casa dos meus avós paternos eu comia imensos pinhões porque a casa tinha vários pinheiros (não o suficiente para ser um pinhal) ali perto e eu costumava saircom os meus avós para ir apanhar pinhões e partia-os e comia em casa.
5. Pastilhas de Melão
Quem não se lembra destas pastilhas? bem sei que ainda existem, mas cada vez se vêm menos.
O meu avô (do lado da mãe), quando ia ao supermercado trazia um saco delas para mim e para o meu irmão e escusado será dizer que desapareciam num instante!
Dei-me conta que todas estas memórias se ligam aos meus avós... Bem, é normal, afinal quando os meus pais estavam a trabalhar eram eles que me iam buscar à escola e passava parte das férias em casa deles. Bons tempos!
Maggy
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
Solidariedade
Visto que hoje é terça feira, esta podia ser a Palavra da Semana, mas não é disso que se trata.
Estive muito recentemente em Oliveira do Hospital, que, se bem se recordam, foi um dos concelhos afetados pelos incêndios de outubro, e quero contar-vos o que vi e o que me contaram.
Quando lá chegámos (eu e a minha Comunidade, fui com os Escuteiros) fomos recebidos pelo Presidente da Junta, que nos mostrou o armazém em que guardam as doações para as famílias necessitadas e falou-nos de algumas situações de pessoas que sofreram bastante com esta catástrofe tão inesperada, fora de tempo, e devastadora.
Uma das coisas que nos disse e que me marcou foi que durante os primeiros dias tinha havido ajuda a chegar de todos os lados, mas à medida que os repórteres das televisões e rádios foram desaparecendo, também essa ajuda começou a ser mais escassa.
Conheci pessoas fantásticas, que viram tudo destruir-se à sua volta, mas quando chegavam visitantes (nós) ofereciam tudo o que tinham.
Contaram-me que nos dias do incêndio houve uma aldeia que esteve cercada pelas chamas e cuja pessoa mais nova que lá habitava tinha sessenta anos. Como é que estas pessoas conseguiram sobreviver? E como será que estão agora?
O que me choca é que depois de deixar de ser notícia as pessoas já não quiseram saber. Muitos dizem que o povo português é solidário, mas o problema é que tem memória curta. Estou a falar das vítimas dos incêndios, mas podia estar a falar dos sem abrigo. Quantas vezes ouvimos dizer que nos devemos lembrar deles no Natal?
A questão é: Será que eles apenas existem no Natal? Não me parece que seja difícil responder a esta pergunta. É verdade que existem muitas associações que prestam assistência durante todo o ano, mas o cidadão comum apenas parece recordar-se dos mais desfavorecidos em épocas festivas.
Não quero de modo nenhum dizer com isto que sou um exemplo ou colocar-me num pedestal apenas por ter ido ajudar, porque sei que não é de todo fácil para toda a gente deslocar-se até onde a ajuda é precisa, mas gostava de salientar que muitas vezes há pessoas mesmo ao nosso lado que precisam de ajuda e devemos abrir os olhos e ver convenientemente o que se passa ao nosso redor, e que isto não aconteça só de vez em quando, mas sempre.
Maggy
Estive muito recentemente em Oliveira do Hospital, que, se bem se recordam, foi um dos concelhos afetados pelos incêndios de outubro, e quero contar-vos o que vi e o que me contaram.
Quando lá chegámos (eu e a minha Comunidade, fui com os Escuteiros) fomos recebidos pelo Presidente da Junta, que nos mostrou o armazém em que guardam as doações para as famílias necessitadas e falou-nos de algumas situações de pessoas que sofreram bastante com esta catástrofe tão inesperada, fora de tempo, e devastadora.
Uma das coisas que nos disse e que me marcou foi que durante os primeiros dias tinha havido ajuda a chegar de todos os lados, mas à medida que os repórteres das televisões e rádios foram desaparecendo, também essa ajuda começou a ser mais escassa.
Conheci pessoas fantásticas, que viram tudo destruir-se à sua volta, mas quando chegavam visitantes (nós) ofereciam tudo o que tinham.
Contaram-me que nos dias do incêndio houve uma aldeia que esteve cercada pelas chamas e cuja pessoa mais nova que lá habitava tinha sessenta anos. Como é que estas pessoas conseguiram sobreviver? E como será que estão agora?
O que me choca é que depois de deixar de ser notícia as pessoas já não quiseram saber. Muitos dizem que o povo português é solidário, mas o problema é que tem memória curta. Estou a falar das vítimas dos incêndios, mas podia estar a falar dos sem abrigo. Quantas vezes ouvimos dizer que nos devemos lembrar deles no Natal?
A questão é: Será que eles apenas existem no Natal? Não me parece que seja difícil responder a esta pergunta. É verdade que existem muitas associações que prestam assistência durante todo o ano, mas o cidadão comum apenas parece recordar-se dos mais desfavorecidos em épocas festivas.
Não quero de modo nenhum dizer com isto que sou um exemplo ou colocar-me num pedestal apenas por ter ido ajudar, porque sei que não é de todo fácil para toda a gente deslocar-se até onde a ajuda é precisa, mas gostava de salientar que muitas vezes há pessoas mesmo ao nosso lado que precisam de ajuda e devemos abrir os olhos e ver convenientemente o que se passa ao nosso redor, e que isto não aconteça só de vez em quando, mas sempre.
Maggy
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
Viver com ACC
Desde pequena que uma das primeiras características que me apontam é "trapalhona". Ora, isso tem uma razão de ser: mesmo antes de nascer foi-me diagnosticada Agenésia do Corpo Caloso (ACC).
Para aqueles cuja praia não é a neurologia (também não é a minha, mas fui aprendendo umas coisinhas), o corpo caloso é uma pequena parte do cérebro que é responsável por fazera ligação entre os lobos direito e esquerdo do cérebro, e agenésia significa ausência. Pode muitas vezes ser associada a sintomas como epilepsia, atraso no desenvolvimento psicomotor e convulsões.
Essa ausência afeta o equilíbrio e a coordenação por isso é que eu não consegui ainda aprender a andar de bicicleta, ando naturalmente aos ziguezagues, quando era pequena dificilmente pintava um desenho sem passar dos contornos... Pode também ser a causa de um QI mais reduzido, mas não necessariamente.
Neste post disse que não me ajeito com umas raquetes de praia normais, por isso comprei umas Squap. Isto só quer fizer que não é uma condicionante muito limitativa, se não deixarmos que o seja. Existem também bicicletas adaptadas, mas sinceramente, eu ainda tenho esperança de conseguir andar numa bicicleta normal.
Devido à minha grande descoordenacão, uma das conquistas de que mais me orgulho foi ter conseguido aprender a andar de patins,quando tinha sensivelmente doze anos. Não sou nenhum ás, mas consigo andar minimamente, e isso já é uma grande vitória.
A mensagem que gostava de passar com este post é para aqueles que convivem com alguém com ACC, não diminuam nunca as conquistas dessas pessoas nem gozem com o facto de serem desajeitadas, porque não conseguem fazer melhor e já é um grande esforço tentar fazer certas coisas, e para as próprias pessoas que vivem com ACC, nunca desistam. Por muito difícil que seja e por mais que pareça que ninguém vos compreende, vocês conseguem tudo, à vossa maneira, e é essa a melhor maneira, porque foi aquela que conseguiram executar.
Maggy
Essa ausência afeta o equilíbrio e a coordenação por isso é que eu não consegui ainda aprender a andar de bicicleta, ando naturalmente aos ziguezagues, quando era pequena dificilmente pintava um desenho sem passar dos contornos... Pode também ser a causa de um QI mais reduzido, mas não necessariamente.
Neste post disse que não me ajeito com umas raquetes de praia normais, por isso comprei umas Squap. Isto só quer fizer que não é uma condicionante muito limitativa, se não deixarmos que o seja. Existem também bicicletas adaptadas, mas sinceramente, eu ainda tenho esperança de conseguir andar numa bicicleta normal.
Devido à minha grande descoordenacão, uma das conquistas de que mais me orgulho foi ter conseguido aprender a andar de patins,quando tinha sensivelmente doze anos. Não sou nenhum ás, mas consigo andar minimamente, e isso já é uma grande vitória.
A mensagem que gostava de passar com este post é para aqueles que convivem com alguém com ACC, não diminuam nunca as conquistas dessas pessoas nem gozem com o facto de serem desajeitadas, porque não conseguem fazer melhor e já é um grande esforço tentar fazer certas coisas, e para as próprias pessoas que vivem com ACC, nunca desistam. Por muito difícil que seja e por mais que pareça que ninguém vos compreende, vocês conseguem tudo, à vossa maneira, e é essa a melhor maneira, porque foi aquela que conseguiram executar.
Maggy
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Ao Meu Amor
Na infância, a maioria das raparigas pensa que um dia vai encontrar o seu príncipe encantado.
Eu preferia a Dreamworks em vez da Disney, e além disso, sempre fui realista, por isso gostava de pensar que encontraria o meu Shrek.
Traduzindo, uma pessoa como qualquer outra, com qualidades mas também defeitos, no entanto, perfeita para mim, porque me ama e sabe aceitar-me como sou, tal como eu a amo e aceito como é.
Hoje posso dizer que o encontrei!
Obrigada por me fazeres rir, por me ouvires quando preciso, por saberes exatamente aquilo de que gosto e não gosto...
Resumindo, obrigada por seres o melhor namorado do mundo e arredores!
l'll love you forever and a day❤
Maggy
Eu preferia a Dreamworks em vez da Disney, e além disso, sempre fui realista, por isso gostava de pensar que encontraria o meu Shrek.
Traduzindo, uma pessoa como qualquer outra, com qualidades mas também defeitos, no entanto, perfeita para mim, porque me ama e sabe aceitar-me como sou, tal como eu a amo e aceito como é.
Hoje posso dizer que o encontrei!
Obrigada por me fazeres rir, por me ouvires quando preciso, por saberes exatamente aquilo de que gosto e não gosto...
Resumindo, obrigada por seres o melhor namorado do mundo e arredores!
l'll love you forever and a day❤
Maggy
sábado, 12 de agosto de 2017
Boca Metálica #2
No primeiro post desta rubrica mostrei-vos o antes e o depois do dia em que coloquei o aparelho, e hoje vou mostrar-vos quais são os cuidados a ter quando usamos um aparelho de correção ortodôntica.
Para começar, vai haver sempre um monte de coisas que vão magoar, e para isso podemos usar cera. Tira-se um pouco de uma barra, faz-se uma pequena bola e coloca-se naquilo que nos está a magoar.
Isto é um escovilhão, que se usa para remover quaisquer restos de comida que fiquem presos no aparelho, chegar onde a escova não chega. E por falar em escova, escovar os dentes é outro desafio! Sim, porque há um monte de arames a atrapalhar! Por isso é que se deve escovar primeiro acima do aparelho e depois abaixo.
Para que fique claro, eu não estou a ser paga para publicitar nenhuma das marcas que aparecem nas fotografias, mas pareceu-me desnecessário censurá-las. Em relação ao elixir, a única recomendação que faço é para verificarem a presença de flúor, porque ajuda a prevenir as cáries.
Há também alguns cuidados a ter com a alimentação: As bebidas com gás e os alimentos mais pegajosos, como caramelos e gomas, devem ser evitados. Além disso, deve evitar-se roer fruta e ossos.
Boca Metálica #3
Meus queridos seguidores parece que agora as vossas princesas têm as duas aparelho!! Pois é, aqui a Catazinha também já pôs o seu aparelhinho dos dentes. :P
No meu caso, eu tenho falta de três dentes, tenho os espaços para os mesmos mas parece que eles não quiseram aparecer, enfim agora vou ter de usar um aparelhinho por uns dois anos, para endireitar os espaços para mais tarde, depois de fazer 18, poder pôr esses mesmos dentes que me faltam.
Eu sei que a Maggy já vos contou da experiência dela com o seu aparelho e a minha é praticamente a mesma à exceção de que eu não tive dores, apenas pequeninas aftas. Mas uma coisa é certa: sinto a minha boca bem mais pesada, não sei explicar bem como, e com muito mais volume e aqui um segredo só nosso: é estranho beijar o namorado com aparelho. ;) Mas enfim ele até foi simpático e disse que eu estava bonita à mesma.
Para minha primeira cor dos elásticos decidi escolher um azul bébé, afinal de contas é a minha cor preferida.<3 a="" agora="" aparelho="" as="" at="" bff="" combinar="" cor="" duas="" e="" faz="" font="" isso="" m="" mesma="" o="" podemos="" por="" princesas="" que="" sentido="" somos="" t="" todo="" usar="">3>
Voltando a coisas mais sérias, apesar de eu ter posto aparelho apenas pus no maxilar superior, pois no inferior as coisas estão um bocadinho melhores e como é suposto tirar os dois ao mesmo tempo a minha médica disse que eu só o precisava de pôr daqui a uns 3 ou 4 meses, o que é a parte boa disto tudo!!
Bom para aqueles que sempre quiseram ter um aparelho, não por necessidade mas por vaidade, uma coisa vos digo depois de o porem é uma chatice, acreditem em mim. Eu estava super entusiasmada! Mas depois de passar a demorar o triplo do tempo a lavar os dentes, de ter aftas, ter os lábios secos e com pequenas feridas, o encanto foi-se todo. Mas não quero assustar ninguém com isto, apenas quero alertar para tomarem uma decisão consciente. :)
Para aqueles que vão ter de pôr ou já têm, sinto-me motivados para pedir dicas e conselhos e para os deixarem também. Nós adoramos falar com vocês e estamos sempre disponíveis para qualquer coisa. :*
Cata
No meu caso, eu tenho falta de três dentes, tenho os espaços para os mesmos mas parece que eles não quiseram aparecer, enfim agora vou ter de usar um aparelhinho por uns dois anos, para endireitar os espaços para mais tarde, depois de fazer 18, poder pôr esses mesmos dentes que me faltam.
Eu sei que a Maggy já vos contou da experiência dela com o seu aparelho e a minha é praticamente a mesma à exceção de que eu não tive dores, apenas pequeninas aftas. Mas uma coisa é certa: sinto a minha boca bem mais pesada, não sei explicar bem como, e com muito mais volume e aqui um segredo só nosso: é estranho beijar o namorado com aparelho. ;) Mas enfim ele até foi simpático e disse que eu estava bonita à mesma.
Para minha primeira cor dos elásticos decidi escolher um azul bébé, afinal de contas é a minha cor preferida.<3 a="" agora="" aparelho="" as="" at="" bff="" combinar="" cor="" duas="" e="" faz="" font="" isso="" m="" mesma="" o="" podemos="" por="" princesas="" que="" sentido="" somos="" t="" todo="" usar="">3>
Voltando a coisas mais sérias, apesar de eu ter posto aparelho apenas pus no maxilar superior, pois no inferior as coisas estão um bocadinho melhores e como é suposto tirar os dois ao mesmo tempo a minha médica disse que eu só o precisava de pôr daqui a uns 3 ou 4 meses, o que é a parte boa disto tudo!!
Bom para aqueles que sempre quiseram ter um aparelho, não por necessidade mas por vaidade, uma coisa vos digo depois de o porem é uma chatice, acreditem em mim. Eu estava super entusiasmada! Mas depois de passar a demorar o triplo do tempo a lavar os dentes, de ter aftas, ter os lábios secos e com pequenas feridas, o encanto foi-se todo. Mas não quero assustar ninguém com isto, apenas quero alertar para tomarem uma decisão consciente. :)
Para aqueles que vão ter de pôr ou já têm, sinto-me motivados para pedir dicas e conselhos e para os deixarem também. Nós adoramos falar com vocês e estamos sempre disponíveis para qualquer coisa. :*
Cata
quinta-feira, 13 de julho de 2017
Boca Metálica #1
Eu ((Maggy)) comecei a usar um aparelho de correção ortodôntica na sexta feira passada e criei esta rubrica para que acompanhem este processo de correção que vai durar entre um ano e meio a dois anos.
Decidi criá-la porque eu própria, antes de colocar o aparelho, me fartei de fazer perguntas aos meus amigos que usam ou usaram um, e gostava de vos esclarecer essas dúvidas, partilhando a minha experiência.
Para começar, aqui fica uma comparação do antes e depois. Eu coloquei o aparelho em cima e em baixo ao mesmo tempo, embora na fotografia não se note o de baixo.
Aqui está o antes...
E o depois.
Há alguns inconvenientes no início: Dores de dentes, boca inchada e aftas. Nos primeiros dias não contem com grandes refeições, porque mastigar é complicado.
Bem, agora que já vos assustei, tenho a dizer que tudo isto vai valer muito a pena quando virem o resultado final.
Maggy
Decidi criá-la porque eu própria, antes de colocar o aparelho, me fartei de fazer perguntas aos meus amigos que usam ou usaram um, e gostava de vos esclarecer essas dúvidas, partilhando a minha experiência.
Para começar, aqui fica uma comparação do antes e depois. Eu coloquei o aparelho em cima e em baixo ao mesmo tempo, embora na fotografia não se note o de baixo.
Aqui está o antes...
E o depois.
Há alguns inconvenientes no início: Dores de dentes, boca inchada e aftas. Nos primeiros dias não contem com grandes refeições, porque mastigar é complicado.
Bem, agora que já vos assustei, tenho a dizer que tudo isto vai valer muito a pena quando virem o resultado final.
Maggy
segunda-feira, 12 de junho de 2017
Final Nacional JAP
No dia 2 de junho foi a final nacional do concurso de empreendedorismo "A empresa" e eu estive presente com a minha equipa. O objetivo desta final era selecionar a equipa que irá à final internacional representar Portugal.
Digo desde já que a minha equipa não ganhou a final mas isso não nos impediu de ficarmos super felizes e com um sentimento de missão cumprida no final do dia. Eu sei que nestas coisas todos dizem que a equipa ficou mais unida, que se formaram novas amizades e laços que dificilmente se irão quebrar mas eu sinto mesmo que depois de tantos meses a trabalhar juntos, depois de termos passado por tantos altos e baixos e de às vezes termos deixado de acreditar no nosso projeto, realmente ficamos mais unidos e que nunca iremos esquecer tudo aquilo que passamos e o dia de ontem. Eu estou super orgulhosa daquilo que fiz e principalmente daquilo que conquistámos enquanto equipa. Sinceramente nenhum de nós estava à espera de chegar até aqui no início e custou chegar até aqui mas fico muito feliz de o termos conseguido e muito orgulhosa de todos.
A final consistiu numa apresentação do projeto a uma plateia constituída por 10 jurados, as restantes equipas e membros da organização e todas as pessoas que foram apoiar os participantes. Para além desta apresentação tivemos também uma entrevista a inglês com três jurados e, no meu caso especifico, uma entrevista individual, porque estava nomeada para o prémio de aluna mais empreendedora. No geral, todos as etapas correram bem. A minha entrevista individual foi sem dúvida o mais difícil porque sozinha tive de estar com quatro jurados que me fizeram perguntas sobre o meu percurso no concurso e sobre o meu ano letivo, assim como os meus hobbis e o meu maior sonho. Apesar de a entrevista ter sido um pouco assustadora, todos os jurados foram super simpáticos e fui uma das cinco alunas a receber o prémio.
No final do dia foram anunciados os prémios e escolhida a equipa que irá representar Portugal na final internacional em Bruxelas.
Apesar de não termos ganho, todos nós ficamos felizes com o que conseguimos fazer e com o nosso percurso até aqui. Conseguimos ultrapassar todos os obstáculos ao longo do caminho e sem dúvida alguma que isso fez com que nos uníssemos ainda mais e que nos respeitássemos ainda mais.
Cata
Digo desde já que a minha equipa não ganhou a final mas isso não nos impediu de ficarmos super felizes e com um sentimento de missão cumprida no final do dia. Eu sei que nestas coisas todos dizem que a equipa ficou mais unida, que se formaram novas amizades e laços que dificilmente se irão quebrar mas eu sinto mesmo que depois de tantos meses a trabalhar juntos, depois de termos passado por tantos altos e baixos e de às vezes termos deixado de acreditar no nosso projeto, realmente ficamos mais unidos e que nunca iremos esquecer tudo aquilo que passamos e o dia de ontem. Eu estou super orgulhosa daquilo que fiz e principalmente daquilo que conquistámos enquanto equipa. Sinceramente nenhum de nós estava à espera de chegar até aqui no início e custou chegar até aqui mas fico muito feliz de o termos conseguido e muito orgulhosa de todos.
A final consistiu numa apresentação do projeto a uma plateia constituída por 10 jurados, as restantes equipas e membros da organização e todas as pessoas que foram apoiar os participantes. Para além desta apresentação tivemos também uma entrevista a inglês com três jurados e, no meu caso especifico, uma entrevista individual, porque estava nomeada para o prémio de aluna mais empreendedora. No geral, todos as etapas correram bem. A minha entrevista individual foi sem dúvida o mais difícil porque sozinha tive de estar com quatro jurados que me fizeram perguntas sobre o meu percurso no concurso e sobre o meu ano letivo, assim como os meus hobbis e o meu maior sonho. Apesar de a entrevista ter sido um pouco assustadora, todos os jurados foram super simpáticos e fui uma das cinco alunas a receber o prémio.
No final do dia foram anunciados os prémios e escolhida a equipa que irá representar Portugal na final internacional em Bruxelas.
Apesar de não termos ganho, todos nós ficamos felizes com o que conseguimos fazer e com o nosso percurso até aqui. Conseguimos ultrapassar todos os obstáculos ao longo do caminho e sem dúvida alguma que isso fez com que nos uníssemos ainda mais e que nos respeitássemos ainda mais.
Cata
domingo, 28 de maio de 2017
Final da DNA
Ontem foi a final do concurso de empreendedorismo da DNA cascais. E mais uma vez o colégio Marista de Carcavelos esteve presente com duas equipas em competição. Eu fiz parte de uma dessas equipas e para nossa felicidade ganhámos! O primeiro prémio é uma viagem a Madrid por 5 dias.
Acho que faz todo o sentido explicar o processo da competição e como é que chegamos até aqui.
A primeira etapa a ultrapassar foi a aprovação da candidatura. Nesta fase tivemos de submeter um formulário com os dados do nosso projeto. Depois da candidatura ser aprovada passámos às semi-finais. Durante esta etapa todas as equipas selecionadas (eramos 24) tiveram de fazer um pitch, que para quem não sabe é basicamente uma apresentação onde expomos o nosso projeto, a um painel de jurados, nesta edição eram 4 jurados. Depois da apresentação o júri tinha a oportunidade de fazer algumas perguntas à equipas para tirar qualquer dúvida e perceber melhor algum detalhe. Por fim depois de todos as equipas terem sido avaliadas foram selecionados 12 projetos para a final que ser realizou ontem na Casa das Histórias Paula Rego. Na final cada equipa faz um pitch para uma audiência constituída pelo júri e pelo público. Este último também tinha poder de decisão, foram distribuídos boletins de voto no início da sessão e cada elemento do público teve a oportunidade de votar em 3 projetos - os seus favoritos. Ou seja, para apurar o vencedor da edição deste ano do concurso, o público e o júri votou nos seus projetos favoritos.
Para ser sincera a nossa apresentação não foi das melhores, houve grupos que apresentaram melhor mas, o nosso produto teve uma grande receptividade por parte do júri e do público e na minha opinião foi isso que fez com que nós ganhássemos.
Desde o final das apresentações até ao anúncio do vencedor, todos os participantes estavam nervosos, então no meu caso tinha o coração a mil e não conseguia parar de pensar no que poderia acontecer. Assim que percebemos que iríamos ficar no pódio foi uma alegria enorme, todo o grupo ficou com um sentimento de missão cumprida e de orgulho. E no momento em que fomos anunciados vencedores ficámos em êxtase! Nem queríamos acreditar que aquilo estava a acontecer, foi inacreditável. Acho que ainda não caí em mim e ainda não percebi bem que fiquei em primeiro num concurso de empreendedorismo.
Foi uma experiência muito enriquecedora, permite-nos crescer como pessoas e alunos, estar num ambiente fora do normal e sair da nossa zona de conforto o que fez com que nós explorassemos outras áreas e adquiríssemos novas competências. Fizemos contactos com pessoas de várias áreas que nos poderão ajudar num futuro próximo.
Acho que faz todo o sentido explicar o processo da competição e como é que chegamos até aqui.
A primeira etapa a ultrapassar foi a aprovação da candidatura. Nesta fase tivemos de submeter um formulário com os dados do nosso projeto. Depois da candidatura ser aprovada passámos às semi-finais. Durante esta etapa todas as equipas selecionadas (eramos 24) tiveram de fazer um pitch, que para quem não sabe é basicamente uma apresentação onde expomos o nosso projeto, a um painel de jurados, nesta edição eram 4 jurados. Depois da apresentação o júri tinha a oportunidade de fazer algumas perguntas à equipas para tirar qualquer dúvida e perceber melhor algum detalhe. Por fim depois de todos as equipas terem sido avaliadas foram selecionados 12 projetos para a final que ser realizou ontem na Casa das Histórias Paula Rego. Na final cada equipa faz um pitch para uma audiência constituída pelo júri e pelo público. Este último também tinha poder de decisão, foram distribuídos boletins de voto no início da sessão e cada elemento do público teve a oportunidade de votar em 3 projetos - os seus favoritos. Ou seja, para apurar o vencedor da edição deste ano do concurso, o público e o júri votou nos seus projetos favoritos.
Para ser sincera a nossa apresentação não foi das melhores, houve grupos que apresentaram melhor mas, o nosso produto teve uma grande receptividade por parte do júri e do público e na minha opinião foi isso que fez com que nós ganhássemos.
Desde o final das apresentações até ao anúncio do vencedor, todos os participantes estavam nervosos, então no meu caso tinha o coração a mil e não conseguia parar de pensar no que poderia acontecer. Assim que percebemos que iríamos ficar no pódio foi uma alegria enorme, todo o grupo ficou com um sentimento de missão cumprida e de orgulho. E no momento em que fomos anunciados vencedores ficámos em êxtase! Nem queríamos acreditar que aquilo estava a acontecer, foi inacreditável. Acho que ainda não caí em mim e ainda não percebi bem que fiquei em primeiro num concurso de empreendedorismo.
Foi uma experiência muito enriquecedora, permite-nos crescer como pessoas e alunos, estar num ambiente fora do normal e sair da nossa zona de conforto o que fez com que nós explorassemos outras áreas e adquiríssemos novas competências. Fizemos contactos com pessoas de várias áreas que nos poderão ajudar num futuro próximo.
domingo, 21 de maio de 2017
Peregrinação a Fátima #2
Como todos vós sabem o Papa veio a Portugal no dia 12 de maio, e como não podia deixar de ser, o Santuário de Fátima encheu-se de pessoas para este momento histórico. Os Maristas como uma escola católica proporcionaram aos seus alunos a oportunidade de participar neste evento único e por isso juntaram-se a uma associação que estava a organizar uma peregrinação a Fátima. (Ao todo a associação contava com 2600 participantes!)Eu como aluna Marista achei que seria de aproveitar e inscrevi-me para esta pergrinação. Não é todos os anos que se comemora o centenário das aparições de Nossa Senhora e não é à toa que o Papa vêm a Portugal.
O grupo Marista saiu do colégio às 23h da noite para apanhar o comboio para Cais do Sodré e depois andar até à estação de Santa Apolónia onde todos os participantes iam apanhar os 3 comboios especiais para Chão da Maças. Depois de fazermos o check-in e começarmos a primeira parte desta viagem tão emocionante chegamos até ao nosso destino onde às 5h da manhã começamos a andar para chegar ao Santuário. Assim que começamos a andar começou a chover imenso por isso tivemos de pôr as nossas capas e ter cuidado para não cairmos, uma vez que o caminho que fizemos era por serra e estava demasiado escuro para vermos por onde íamos. Ao longo da caminhada fizemos várias paragens onde nos foi ditríbuido água, fruta e bolachas. Na última paragem, deram-nos as refeições para os restantes dias e esperamos para que todos os grupos se reunissem para fazermos os últimos km todos juntos. A caminhada foi bastante dura. Não é nada fácil carregar uma mochila às costas enquanto subimos montanhas e serras e levamos com chuva mas mesmo assim conseguimos chegar ao nosso destino e não trocava a experiência por nada deste mundo.
Após a chegada ao Santuário foi-nos feita uma proposta de filmagem da nossa entrada em direto ao qual a associação disse sim. Depois de termos chegado mesmo ao recinto, pudemos comer e descansar até à primeira cerimónia oficial. Até ao final do dia foram feitas algumas cerimónias com o Papa, que chegou no dia 12, e à noite procedeu-se à procissão das velas, um momento mágico e marcante para muitos de nós.
A dormida foi feita no Santuário e apesar de toda a chuva que se verificou ao longo da noite, dos cânticos entoados sem fim e do frio sentido não foi uma noite tão mal passada e conseguimos descansar o suficiente para o dia seguinte. No dia 13 o Papa presidiu mais uma missa e à canonização de Jacinta e Francisco e deu-se o encerramento das comemorações do Centenário das Aparições de Nossa Senhora.
Para esta peregrinação tivemos de levar uma mochila, que andou connosco sempre, em todos os momentos, com uma muda de roupa, algumas refeições e água, gabardine para a chuva e mais alguns objetos. Uma vez que íamos fazer os 20 km (desde a estação de chão das maças até ao santuário a pé) e tinhamos de levar a mochila às costas não podíamos levar uma mochila muito carregada.
Esta peregrinação não serviu só para conviver e conhecer pessoas novas mas sim para refletir sobre a vida e perceber o que estamos está a fazer. Se estamos no caminho certo e se há alguma coisa que deveríamos fazer que não estamos a fazer. Foi um momento de interiorização e de conexão com o nosso eu interior. Para mim foi um momento bastante importante e que serviu para rever algumas das minhas atitudes e comportamentos nos últimos tempos. Se pudesse voltar a fazer tudo de novo não hesitava uma única vez, mesmo com todas as dores e todos os obstáculos que tivemos de enfrentar. Permitiu-me crescer e sinto que fiquei mais completa.
Cata
O grupo Marista saiu do colégio às 23h da noite para apanhar o comboio para Cais do Sodré e depois andar até à estação de Santa Apolónia onde todos os participantes iam apanhar os 3 comboios especiais para Chão da Maças. Depois de fazermos o check-in e começarmos a primeira parte desta viagem tão emocionante chegamos até ao nosso destino onde às 5h da manhã começamos a andar para chegar ao Santuário. Assim que começamos a andar começou a chover imenso por isso tivemos de pôr as nossas capas e ter cuidado para não cairmos, uma vez que o caminho que fizemos era por serra e estava demasiado escuro para vermos por onde íamos. Ao longo da caminhada fizemos várias paragens onde nos foi ditríbuido água, fruta e bolachas. Na última paragem, deram-nos as refeições para os restantes dias e esperamos para que todos os grupos se reunissem para fazermos os últimos km todos juntos. A caminhada foi bastante dura. Não é nada fácil carregar uma mochila às costas enquanto subimos montanhas e serras e levamos com chuva mas mesmo assim conseguimos chegar ao nosso destino e não trocava a experiência por nada deste mundo.
Após a chegada ao Santuário foi-nos feita uma proposta de filmagem da nossa entrada em direto ao qual a associação disse sim. Depois de termos chegado mesmo ao recinto, pudemos comer e descansar até à primeira cerimónia oficial. Até ao final do dia foram feitas algumas cerimónias com o Papa, que chegou no dia 12, e à noite procedeu-se à procissão das velas, um momento mágico e marcante para muitos de nós.
A dormida foi feita no Santuário e apesar de toda a chuva que se verificou ao longo da noite, dos cânticos entoados sem fim e do frio sentido não foi uma noite tão mal passada e conseguimos descansar o suficiente para o dia seguinte. No dia 13 o Papa presidiu mais uma missa e à canonização de Jacinta e Francisco e deu-se o encerramento das comemorações do Centenário das Aparições de Nossa Senhora.
Para esta peregrinação tivemos de levar uma mochila, que andou connosco sempre, em todos os momentos, com uma muda de roupa, algumas refeições e água, gabardine para a chuva e mais alguns objetos. Uma vez que íamos fazer os 20 km (desde a estação de chão das maças até ao santuário a pé) e tinhamos de levar a mochila às costas não podíamos levar uma mochila muito carregada.
Esta peregrinação não serviu só para conviver e conhecer pessoas novas mas sim para refletir sobre a vida e perceber o que estamos está a fazer. Se estamos no caminho certo e se há alguma coisa que deveríamos fazer que não estamos a fazer. Foi um momento de interiorização e de conexão com o nosso eu interior. Para mim foi um momento bastante importante e que serviu para rever algumas das minhas atitudes e comportamentos nos últimos tempos. Se pudesse voltar a fazer tudo de novo não hesitava uma única vez, mesmo com todas as dores e todos os obstáculos que tivemos de enfrentar. Permitiu-me crescer e sinto que fiquei mais completa.
Cata
quinta-feira, 11 de maio de 2017
Peregrinação a Fátima #1
Na semana passada realizou-se a peregrinação anual dos colégios Maristas a Fátima. Todos os anos, na quinta-feira da semana anterior à comemoração da aparição de Nossa Senhora na capelinha das aparições em Fátima, os colégios Maristas iniciam a sua caminhada até este local sagrado. E este ano não foi excepção.
No caso do meu colégio, os alunos do ensino secundário, fazem uma caminhada de cerca de 30 km. Eu não sei bem onde é que o autocarro nos deixa e o único ponto de referência que eu tenho é Porto de Mós que é onde passamos a primeira noite. 30 km pode parecer muito e talvez seja mas no que toca a dores e cansaço não se nota muito, pelo menos não no meu caso. Apenas ficamos com os pés um pouco doridos mas nada que umas horinhas de sono não resolvam.
A nossa primeira noite é sempre passada num pavilhão de uma escola. Fazemos sempre um jantar partilhado, ou seja, cada um de nós leva comida que possa partilhar com os outros e aproveitamos para conviver e formar laços entre as pessoas da nossa turma que se calhar não o faríamos se não nos fosse dada essa oportunidade de conviver. Depois do jantar temos sempre um momento de reflexão em que lemos um texto motivador ou inspirado que leva à discussão de várias temáticas e por vezes a analogias com aquilo que passamos durante o primeiro dia de caminhada.
Após todos estes momentos regressamos ao pavilhão para mais um momento de convívio, desta vez entre turmas. E a hora de recolher está estabelecida para as 24 horas mas verdade seja dita ainda se houve barulho depois das aulas já estarem apagadas.
O segundo dia começa muito cedo. Este ano acordaram-nos às seis da manhã mas só começamos a caminhar às nove. Nunca ninguém percebe o porquê de esperarmos tanto tempo mas há quem diga que é para chegarmos perto da hora de entrada no pavilhão onde dormiremos na segunda noite.
Este ano o nosso segundo dia de caminhada foi marcado pela chuva e pela lama. Assim que começamos a caminhar começou a chover torrencialmente e até chegamos a ouvir trovões. Durante a chuva estávamos a andar na berma da estrada por isso não apanhamos logo lama nos pés. Isto só aconteceu quando começamos a subir a serra que ainda estava molhada. Acho que nenhum de nós tinha ficado tão feliz por ver sol como ficámos naquela altura. Nós praticamente fizemos uma festa assim que o céu começou a abrir e os primeiros raios de sol se começaram a fazer sentir.
Após termos chegado ao santuário, fomos direccionados para os nossos quartos e todos ficamos felizes por finalmente podermos tomar um banho em condições e podermos descansar um pouco antes do jantar. Esta chegada ao santuário é sempre acompanhada de um grande sentimento de orgulho e de felicidade pois sentimos que os nossos objetivos foram cumpridos e por termos ultrapassado todas as dificuldades que foram surgindo.
Depois de estarmos todos bem alimentos e fresquinhos chegou a altura de irmos ver a reza do terço internacional e a procissão das velas. Este momento é sempre bastante emotivo, principalmente, porque começamos a pensar sobre a nossa vida e tudo o que vivemos até aquele momento.
No último dia é a apresentação dos vários centros Maristas. Há um espectáculo onde todas as escolas apresentam uma narrativa com vários momentos de dança, canto, vídeos entre outras coisas.
É uma experiência realmente incrível e enriquecedora e sem dúvida alguma que vai perdurar na minha memória.
Cata
No caso do meu colégio, os alunos do ensino secundário, fazem uma caminhada de cerca de 30 km. Eu não sei bem onde é que o autocarro nos deixa e o único ponto de referência que eu tenho é Porto de Mós que é onde passamos a primeira noite. 30 km pode parecer muito e talvez seja mas no que toca a dores e cansaço não se nota muito, pelo menos não no meu caso. Apenas ficamos com os pés um pouco doridos mas nada que umas horinhas de sono não resolvam.
A nossa primeira noite é sempre passada num pavilhão de uma escola. Fazemos sempre um jantar partilhado, ou seja, cada um de nós leva comida que possa partilhar com os outros e aproveitamos para conviver e formar laços entre as pessoas da nossa turma que se calhar não o faríamos se não nos fosse dada essa oportunidade de conviver. Depois do jantar temos sempre um momento de reflexão em que lemos um texto motivador ou inspirado que leva à discussão de várias temáticas e por vezes a analogias com aquilo que passamos durante o primeiro dia de caminhada.
Após todos estes momentos regressamos ao pavilhão para mais um momento de convívio, desta vez entre turmas. E a hora de recolher está estabelecida para as 24 horas mas verdade seja dita ainda se houve barulho depois das aulas já estarem apagadas.
O segundo dia começa muito cedo. Este ano acordaram-nos às seis da manhã mas só começamos a caminhar às nove. Nunca ninguém percebe o porquê de esperarmos tanto tempo mas há quem diga que é para chegarmos perto da hora de entrada no pavilhão onde dormiremos na segunda noite.
Este ano o nosso segundo dia de caminhada foi marcado pela chuva e pela lama. Assim que começamos a caminhar começou a chover torrencialmente e até chegamos a ouvir trovões. Durante a chuva estávamos a andar na berma da estrada por isso não apanhamos logo lama nos pés. Isto só aconteceu quando começamos a subir a serra que ainda estava molhada. Acho que nenhum de nós tinha ficado tão feliz por ver sol como ficámos naquela altura. Nós praticamente fizemos uma festa assim que o céu começou a abrir e os primeiros raios de sol se começaram a fazer sentir.
Após termos chegado ao santuário, fomos direccionados para os nossos quartos e todos ficamos felizes por finalmente podermos tomar um banho em condições e podermos descansar um pouco antes do jantar. Esta chegada ao santuário é sempre acompanhada de um grande sentimento de orgulho e de felicidade pois sentimos que os nossos objetivos foram cumpridos e por termos ultrapassado todas as dificuldades que foram surgindo.
Depois de estarmos todos bem alimentos e fresquinhos chegou a altura de irmos ver a reza do terço internacional e a procissão das velas. Este momento é sempre bastante emotivo, principalmente, porque começamos a pensar sobre a nossa vida e tudo o que vivemos até aquele momento.
No último dia é a apresentação dos vários centros Maristas. Há um espectáculo onde todas as escolas apresentam uma narrativa com vários momentos de dança, canto, vídeos entre outras coisas.
É uma experiência realmente incrível e enriquecedora e sem dúvida alguma que vai perdurar na minha memória.
Cata
quinta-feira, 13 de abril de 2017
A Minha Experiência na Faculdade
Na semana passada participei no programa das férias da Páscoa da Faculdade Nova SBE de Lisboa. Foi uma experiência inesquecível e por essa mesma razão decidi partilhá-la com vocês.
Visto que esta semana foi organizada pela Nova SBE que, para quem não sabe é a faculdade de economia e gestão da Nova, as aulas e atividades estavam ligadas aos cursos de gestão e economia.
O programa consistia em três dias de aulas e atividades em grupo à tarde. No primeiro dia tivemos aulas de liderança e de matemática para gestão e economia. Além dessas mesmas aulas alguns clubes da faculdade apresentara-se e explicaram um pouco do que faziam e do que procuravam nos alunos que queriam entrar para os clubes. De tarde, antes de o dia acabar, fizemos um peddy paper, oragnizado pelo clube de economia. Foi super divertido e permitiu-nos conhecer as instalações e testar os nossos conhecimentos de economia.
No segundo dia, tivemos aulas de microeconomia, estratégia e marketing e uma atividade organizada pelo clube de marketing. Esta atividade consistia na criação de um produto ou no melhoramento de um e na empresa do mesmo. No último dia tínhamos de apresentar esse produto, a campanha de marketing que criamos, basicamente, levar os júris a comprá-lo. Para ser muito sincera foi neste dia que percebi que estava no caminho certo. Na aula de microeconomia o professor explicou alguns conceitos que eram necessários saber para aquela aula e foi aí que percebi que aquilo que eu queria fazer no meu futuro era aquilo.
No terceiro e último dia tivemos as nossas últimas aulas de finanças e macroeconomia. A aula de macro foi um pouco secante mas mesmo assim deu para compreender em que consistia a disciplina e naquilo que nos espera pela frente. A aula de finanças foi bastante interessante e permitiu-me compreender o que se faz naquela disciplina, uma coisa que eu sempre quis perceber.
Á tarde procedemos às apresentações dos produtos e das respetivas empresas. No final foi nos entregue um diploma por termos participado nessa semana e foi entregue um prémio à equipa com mais criatividade e que no conjunto dos dois desafios (peddy paper e marketing) teve o melhor desempenho. Que por pura coincidência era a minha.
Em geral foi uma experiência bastante enriquecedora e não a trocava por nada, se pudesse até a repetia. Conheci pessoas de áreas diferentes da minha mas que tinham a mesma paixão que eu, outras apenas estavam indecisas e não sabiam o que escolher. Pude partilhar esta experiências com elas e sei que todos saímos de lá diferentes do que quando entramos. Foi bastante importante importante e permitiu-me enfrentar com mais segurança o que vem por aí.
Cata
Visto que esta semana foi organizada pela Nova SBE que, para quem não sabe é a faculdade de economia e gestão da Nova, as aulas e atividades estavam ligadas aos cursos de gestão e economia.
O programa consistia em três dias de aulas e atividades em grupo à tarde. No primeiro dia tivemos aulas de liderança e de matemática para gestão e economia. Além dessas mesmas aulas alguns clubes da faculdade apresentara-se e explicaram um pouco do que faziam e do que procuravam nos alunos que queriam entrar para os clubes. De tarde, antes de o dia acabar, fizemos um peddy paper, oragnizado pelo clube de economia. Foi super divertido e permitiu-nos conhecer as instalações e testar os nossos conhecimentos de economia.
No segundo dia, tivemos aulas de microeconomia, estratégia e marketing e uma atividade organizada pelo clube de marketing. Esta atividade consistia na criação de um produto ou no melhoramento de um e na empresa do mesmo. No último dia tínhamos de apresentar esse produto, a campanha de marketing que criamos, basicamente, levar os júris a comprá-lo. Para ser muito sincera foi neste dia que percebi que estava no caminho certo. Na aula de microeconomia o professor explicou alguns conceitos que eram necessários saber para aquela aula e foi aí que percebi que aquilo que eu queria fazer no meu futuro era aquilo.
No terceiro e último dia tivemos as nossas últimas aulas de finanças e macroeconomia. A aula de macro foi um pouco secante mas mesmo assim deu para compreender em que consistia a disciplina e naquilo que nos espera pela frente. A aula de finanças foi bastante interessante e permitiu-me compreender o que se faz naquela disciplina, uma coisa que eu sempre quis perceber.
Á tarde procedemos às apresentações dos produtos e das respetivas empresas. No final foi nos entregue um diploma por termos participado nessa semana e foi entregue um prémio à equipa com mais criatividade e que no conjunto dos dois desafios (peddy paper e marketing) teve o melhor desempenho. Que por pura coincidência era a minha.
Em geral foi uma experiência bastante enriquecedora e não a trocava por nada, se pudesse até a repetia. Conheci pessoas de áreas diferentes da minha mas que tinham a mesma paixão que eu, outras apenas estavam indecisas e não sabiam o que escolher. Pude partilhar esta experiências com elas e sei que todos saímos de lá diferentes do que quando entramos. Foi bastante importante importante e permitiu-me enfrentar com mais segurança o que vem por aí.
Cata
terça-feira, 4 de abril de 2017
Olimpíadas 2017
Todos os anos os colégios maristas organizam uma competição desportiva de três dias. Este ano coube ao Externato Marista de Lisboa a organização.
Nesta competição estão presentes diversos desportos desde futsal, basket, natação e atletismo. Eu participei em badminton. Cheguei até aos quartos de final, foi uma classificação bem melhor que a do ano passado.
Durante os três dias o colégio organizador promove diversas atividades quer culturais quer de momentos de convivência. Este ano a atividade foi um passeio na cidade de Lisboa, num autocarro de turismo (sightseeing) e um passeio de barco no rio Tejo. Para além deste momento em que pudemos fazer novas amizades e conviver com novas pessoas, uma vez que nestas olimpíadas todos os colégios da Província de Compostela participam, ou seja, até os colégios de Espanha participam.
Na primeira noite houve uma festa disco e a apresentação de um número preparado por cada um dos colégios presentes na competição. Houve ginástica rítmica, uma banda, cantores, dança, inúmeros talentos a participar. Na segunda noite instalaram matraquilhos insufláveis e um touro mecânico, para além de terem uma parede de escalada, rappel e esgrima. Foi uma noite dedicada a desportos radicais e a insufláveis. Foi muito divertido.
Todos os alunos e professores que participam nas olimpíadas dormem nas salas destinadas a cada modalidade e a cada colégio.
No que toca aos meus jogos, tive alguma sorte no sorteio, a primeira etapa da competição é por grupos, ou seja, cada jogador de cada grupo tem que jogar com todos os outros elementos do grupo para se determinar quem passa à próxima fase. Eu ganhei todos os jogos desta fase o que me permitiu ficar em primeiro lugar, passando assim à próxima fase. (Apenas os primeiros dois lugares de cada grupo passavam.)
A próxima fase são os oitavos de final mas, uma vez que os elementos de um dos grupos não apareceram, tivemos de passar para os quartos. Esta fase é de eliminatórias, ou seja, quem perde é eliminado e não joga mais. Foi nesta fase que perdi, a minha adversária jogava bastante bem e foram dois sets muito renhidos.
Para quem não sabe um jogo de badminton, num torneio, é constituído por três sets, só se joga o terceiro em caso de empate, que vão cada um até aos 11 pontos, no caso das raparigas, e 21 no caso dos rapazes.
Apesar de não ter avançado mais na competição, fiquei muito feliz com a minha prestação e orgulhosa de ter ultrapassado o meu resultado do ano anterior.
Para os Maristas o mais importante não é a competição em si mas, o convívio, a partilha de vários valores, de cultura e experiências. Basta darmos o nosso melhor e sermos corretos com os nossos adversários, professores, auxiliares e todos aqueles com que nos cruzarmos que a nossa missão está cumprida.
Em suma, toda esta competição e convívio foi muito divertida! Fiz novos amigos, entrei em contacto com novas culturas, experimentei coisas novas, torci pelo meu colégio...enfim foram dias recheados de aventuras e diversão.
Cata
Nesta competição estão presentes diversos desportos desde futsal, basket, natação e atletismo. Eu participei em badminton. Cheguei até aos quartos de final, foi uma classificação bem melhor que a do ano passado.
Durante os três dias o colégio organizador promove diversas atividades quer culturais quer de momentos de convivência. Este ano a atividade foi um passeio na cidade de Lisboa, num autocarro de turismo (sightseeing) e um passeio de barco no rio Tejo. Para além deste momento em que pudemos fazer novas amizades e conviver com novas pessoas, uma vez que nestas olimpíadas todos os colégios da Província de Compostela participam, ou seja, até os colégios de Espanha participam.
Na primeira noite houve uma festa disco e a apresentação de um número preparado por cada um dos colégios presentes na competição. Houve ginástica rítmica, uma banda, cantores, dança, inúmeros talentos a participar. Na segunda noite instalaram matraquilhos insufláveis e um touro mecânico, para além de terem uma parede de escalada, rappel e esgrima. Foi uma noite dedicada a desportos radicais e a insufláveis. Foi muito divertido.
Todos os alunos e professores que participam nas olimpíadas dormem nas salas destinadas a cada modalidade e a cada colégio.
No que toca aos meus jogos, tive alguma sorte no sorteio, a primeira etapa da competição é por grupos, ou seja, cada jogador de cada grupo tem que jogar com todos os outros elementos do grupo para se determinar quem passa à próxima fase. Eu ganhei todos os jogos desta fase o que me permitiu ficar em primeiro lugar, passando assim à próxima fase. (Apenas os primeiros dois lugares de cada grupo passavam.)
A próxima fase são os oitavos de final mas, uma vez que os elementos de um dos grupos não apareceram, tivemos de passar para os quartos. Esta fase é de eliminatórias, ou seja, quem perde é eliminado e não joga mais. Foi nesta fase que perdi, a minha adversária jogava bastante bem e foram dois sets muito renhidos.
Para quem não sabe um jogo de badminton, num torneio, é constituído por três sets, só se joga o terceiro em caso de empate, que vão cada um até aos 11 pontos, no caso das raparigas, e 21 no caso dos rapazes.
Apesar de não ter avançado mais na competição, fiquei muito feliz com a minha prestação e orgulhosa de ter ultrapassado o meu resultado do ano anterior.
Para os Maristas o mais importante não é a competição em si mas, o convívio, a partilha de vários valores, de cultura e experiências. Basta darmos o nosso melhor e sermos corretos com os nossos adversários, professores, auxiliares e todos aqueles com que nos cruzarmos que a nossa missão está cumprida.
Em suma, toda esta competição e convívio foi muito divertida! Fiz novos amigos, entrei em contacto com novas culturas, experimentei coisas novas, torci pelo meu colégio...enfim foram dias recheados de aventuras e diversão.
Cata
quarta-feira, 29 de março de 2017
As 12 coisas que quero Fazer Antes de Morrer- Upgrade
Há uns tempos atrás fiz uma lista de objetivos que gostava de cumprir antes de morrer e como já cumpri dois entretanto, achei que seria engraçado dar continuidade ao post e falar um pouco da concretização destas metas.
1. Aprender a andar de bicicleta (não, não consigo andar em cima daquela porcariazinha com duas rodas)
2. Ser madrinha de promessa de alguém do meu agrupamento de Escuteiros
Cumprido! Fui madrinha de uma menina super querida da minha equipa! Sou uma madrinha orgulhosa e tenciono ensinar-lhe tudo o que sei. Parabéns, L., pela tua promessa de pioneira!
3. Ir à Austrália
4. Terminar a faculdade
5. Levar a minha avó a andar de avião pela primeira vez
6. Ter um emprego que me agrade e que me consiga sustentar
7. Começar uma pulseira da Pandora, assim que começar a receber o meu ordenado
Ainda não trabalho, mas já tenho a Pandora. Os meus pais ofereceram-ma no meu aniversário.Quando tiver mais missangas, talvez faça um post sobre o seus significado (não querendo fazer muita publicidade).
8. Ter um cão
9. Ter filhos (pelo menos dois)
10. Ser madrinha de casamento da minha melhor amiga (ela vai passar-se quando ler isto, mas não faz mal)
11. Ser avó
12. Voar numa mochila a jato sem deixar cair a dentadura (eu falo em dentadura apesar de já existirem mochilas a jato porque eu acho que só quando eu for mais velha é que elas vão ter um preço minimamente acessível.)
E pronto, estes foram os meus progressos: two down, ten to go!
Maggy
1. Aprender a andar de bicicleta (não, não consigo andar em cima daquela porcariazinha com duas rodas)
Cumprido! Fui madrinha de uma menina super querida da minha equipa! Sou uma madrinha orgulhosa e tenciono ensinar-lhe tudo o que sei. Parabéns, L., pela tua promessa de pioneira!
3. Ir à Austrália
4. Terminar a faculdade
5. Levar a minha avó a andar de avião pela primeira vez
6. Ter um emprego que me agrade e que me consiga sustentar
7. Começar uma pulseira da Pandora, assim que começar a receber o meu ordenado
Ainda não trabalho, mas já tenho a Pandora. Os meus pais ofereceram-ma no meu aniversário.Quando tiver mais missangas, talvez faça um post sobre o seus significado (não querendo fazer muita publicidade).
8. Ter um cão
9. Ter filhos (pelo menos dois)
10. Ser madrinha de casamento da minha melhor amiga (ela vai passar-se quando ler isto, mas não faz mal)
11. Ser avó
12. Voar numa mochila a jato sem deixar cair a dentadura (eu falo em dentadura apesar de já existirem mochilas a jato porque eu acho que só quando eu for mais velha é que elas vão ter um preço minimamente acessível.)
E pronto, estes foram os meus progressos: two down, ten to go!
Maggy
domingo, 19 de março de 2017
Dia do Pai #2
Pai...uma palavra que significa muito para mim e que me traz à memória muitos momentos felizes.
Pai, eu sei que posso ser chata às vezes e fazer coisas que não devia, mas quero que saibas que só o faço porque sou uma criancinha que ainda não aprendeu tudo.
Quero agradecer-te por me aturares, por estares sempre lá quando eu preciso, por me ajudares em tudo e mais alguma coisa, por me levares a jantares e festas e ficares acordado para me ir buscar.
Eu sei que não é fácil tomar conta de duas crianças mas tu és, sem dúvida alguma, ótimo nisso. És o melhor pai que alguma podia ter 💕
Adoro os momentos que passamos a ver séries e as nossas conversas sobre economia, fazem-me sentir culta e aprendo sempre imenso contigo. Acho que foste uma das razões que me fizeram ir para economia. Tu e a mãe sempre me apoiaram em tudo e sempre me incentivaram a seguir os meus sonhos e graças a vocês sou uma criança feliz.
Mas hoje é o teu dia, todos são dias teus, mas especialmente hoje, quero celebrar o facto de ter o melhor pai do Mundo, que me apoia em tudo e me ensina a viver e que o Mundo não vai acabar só porque eu tive uma má nota ou que me ajuda quando eu estou a ter aqueles meus ataques de ansiedade por causa da escola.
Eu sei que sabes que eu te amo e apesar de não o dizer todos os dias, eu amo-te e estou muito grata por tudo aquilo que tens feito por mim.
Cata
Pai, eu sei que posso ser chata às vezes e fazer coisas que não devia, mas quero que saibas que só o faço porque sou uma criancinha que ainda não aprendeu tudo.
Quero agradecer-te por me aturares, por estares sempre lá quando eu preciso, por me ajudares em tudo e mais alguma coisa, por me levares a jantares e festas e ficares acordado para me ir buscar.
Eu sei que não é fácil tomar conta de duas crianças mas tu és, sem dúvida alguma, ótimo nisso. És o melhor pai que alguma podia ter 💕
Adoro os momentos que passamos a ver séries e as nossas conversas sobre economia, fazem-me sentir culta e aprendo sempre imenso contigo. Acho que foste uma das razões que me fizeram ir para economia. Tu e a mãe sempre me apoiaram em tudo e sempre me incentivaram a seguir os meus sonhos e graças a vocês sou uma criança feliz.
Mas hoje é o teu dia, todos são dias teus, mas especialmente hoje, quero celebrar o facto de ter o melhor pai do Mundo, que me apoia em tudo e me ensina a viver e que o Mundo não vai acabar só porque eu tive uma má nota ou que me ajuda quando eu estou a ter aqueles meus ataques de ansiedade por causa da escola.
Eu sei que sabes que eu te amo e apesar de não o dizer todos os dias, eu amo-te e estou muito grata por tudo aquilo que tens feito por mim.
Cata
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